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Enciclopédia Itaú Cultural
Artes visuais

Letícia Faria

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 10.03.2015
1953 Brasil / Minas Gerais / Uberlândia
Reprodução fotográfica autoria desconhecida

Ceia, 1984
Letícia Faria
Acrílica sobre tela
150,00 cm x 130,00 cm

Letícia Maria Siqueira Henrique de Faria (Uberlândia MG 1953) Pintora, escultora, artista gráfica, cenógrafa e ceramista. Estuda desenho e plástica na Universidade da Associação de Ensino, Ribeirão Preto, São Paulo, entre 1971 e 1975. Desde 1975, leciona no Departamento de Artes da Universidade Estadual de Londrina, UEL, Paraná. A partir de 1989...

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Biografia
Letícia Maria Siqueira Henrique de Faria (Uberlândia MG 1953) Pintora, escultora, artista gráfica, cenógrafa e ceramista. Estuda desenho e plástica na Universidade da Associação de Ensino, Ribeirão Preto, São Paulo, entre 1971 e 1975. Desde 1975, leciona no Departamento de Artes da Universidade Estadual de Londrina, UEL, Paraná. A partir de 1989, passa a orientar grupos de artistas da mesma região. Individualmente, realiza exposições em várias cidades do Brasil, como São Paulo, Londrina, Curitiba, Florianópolis.

Comentário Crítico
Por ocasião de uma exposição em 1987, Letícia Faria afirma: "A história narrada por mim tem o ranço mineiro - o que acho muito forte na minha formação e significativo enquanto maneira de se viver. Em meu trabalho, isso chega às raias de palavra virar forma plástica e de emoções e cheiros profundos se tornarem cores. A arte hoje tem pra mim a função maior de sensibilizar o homem para as coisas mais simples, óbvias, que o tornam mais tranqüilo e humano". A tela Pés Vermelhos, Falanges Azuis (s/d), é resultado de uma visita ao Museu de História Natural de Nova York, em 1988. Letícia encontrou aí a reconstituição de um índio, que trazia os pés pintados de vermelho e as partes dos dedos de azul. Na tela, associa a pintura corporal indígena às brincadeiras circenses e infantis. Nesta obra, segundo a crítica Adalice Araújo, um ritmo visual ondulante conduz nossa visão do animal à figura feminina, que é definida por um grafismo espontâneo, inspirada em Picasso, outra forte influência sentida em visita aos museus de arte de Nova York. Na década de 1990, realiza uma série de esculturas / assemblages que trazem um eco da obra de Farnese de Andrade, reunindo materiais como madeira, metal, cabelo. Em obras como Dona Santa, Mamma Mia e Maria Filha de Maria (s/d), a artista tenta criar uma sensação de inquietação e morbidez, recorrendo a referências dos universos erótico, mítico e religioso.

Obras 3

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Reprodução fotográfica autoria desconhecida

Ceia

Acrílica sobre tela
Reprodução fotográfica autoria desconhecida

Tele-visão

Acrílica sobre tela

Exposições 45

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Palestras 1

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Fontes de pesquisa 5

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  • FARIA, Letícia. Letícia Faria. Curitiba: MUMA, 1998.
  • LETICIA Faria / Raul Cruz. Curitiba: Teatro Guaíra, 1987.
  • LETÍCIA Faria: pinturas. Texto de Adalice Araujo. São Paulo: Fundação Mokiti Okada - M. O. A. , 1989.
  • SALÃO BAIANO DE ARTES PLÁSTICAS, 1. , 1988, Salvador, BA. Primeiro Salão Baiano de Artes Plásticas. Salvador: Fundação Cultural do Estado da Bahia, 1988.
  • SALÃO PARANAENSE, 45., 1988, Curitiba, PR. 45º Salão Paranaense. Curitiba: MAC, 1988.

Como citar

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