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Enciclopédia Itaú Cultural
Artes visuais

Roberto Magalhães

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 01.09.2017
29.03.1940 Brasil / Rio de Janeiro / Rio de Janeiro
Reprodução fotográfica Julio Hübner

Alegoria Alquímica II, 1999
Roberto Magalhães
Pastel oleoso, c.i.d.

Roberto de Oliveira Magalhães (Rio de Janeiro RJ 1940). Pintor, desenhista gravador. Realiza seu aprendizado artístico com as atividades profissionais iniciadas precocemente: primeiro, na gráfica do tio (desenho de rótulos e propagandas); em seguida, fazendo capas de livros e discos e desenhos publicitários. Freqüenta cursos da Escola Nacional d...

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Biografia

Roberto de Oliveira Magalhães (Rio de Janeiro RJ 1940). Pintor, desenhista gravador. Realiza seu aprendizado artístico com as atividades profissionais iniciadas precocemente: primeiro, na gráfica do tio (desenho de rótulos e propagandas); em seguida, fazendo capas de livros e discos e desenhos publicitários. Freqüenta cursos da Escola Nacional de Belas Artes (Enba), como aluno livre, em 1961. No decorrer da década de 1960, participa de diversas coletivas, no Brasil e no exterior: 1962, expõe desenhos a nanquim na Galeria Macunaíma, anexa à Enba; em 1964, realiza sua primeira individual de xilogravuras, na Petite Galerie, Rio de Janeiro; e recebe, no ano seguinte, o prêmio de gravura da 4ª Bienal de Paris. Segue para a capital francesa, em 1967, depois de ganhar o prêmio viagem ao exterior no 15º Salão Nacional de Arte Moderna (SNAM), em 1966, com a xilogravura Édipo Decifra o Enigma da Esfinge. Em Paris expõe com Antonio Dias (1944) na Galeria Debret, em 1968. Estudos de ocultismo, teosofia e, sobretudo, a aproximação ao budismo a partir de 1969 levam-no a residir por quatro anos no Centro de Meditação da Sociedade Budista do Brasil, quando interrompe a atividade artística. Em 1975, recomeça o trabalho com arte por meio de exposições individuais de desenho e pintura no Rio e em São Paulo, e de aulas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ). Integra coletivas de gravuras e desenhos, na década de 1980. Em 1992, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), do Rio de Janeiro organiza uma retrospectiva dos 30 anos de produção do artista, a maior dedicada a sua obra.

Análise

Mesmo afinado com as novas figurações que vêm a público em mostras como Opinião 65 e Nova Objetividade Brasileira, Roberto Magalhães constrói um percurso próprio, não se ligando a grupos nem a movimentos. O trânsito permanente por diferentes técnicas (lápis de cor, bico-de-pena, aquarela, litografia, xilogravura e pintura a óleo) e um repertório temático particular dificultam sua localização em tendências ou escolas. De qualquer modo, os críticos falam em "experimentos surrealistas", próximos aos de Salvador Dalí, e em afinidades de sua obra com as composições simbólicas de Arcimboldo, com o imaginário infantil de Paul Klee e ainda com as "esculturas moles" de Claes Oldenburg. Magalhães enfatiza sua proximidade com a experiência mística e com o esoterismo, na tentativa de aproximação entre arte, ciência e filosofia. A "arte esotérica", diz ele, além de realizada sob "inspiração verdadeira", acredita na existência de uma afinidade essencial entre formas e cores, visando projetar, por meio de imagens, "verdades eternas".

O realismo fantástico explorado nos anos 1960 como em Barco Voador Conduzindo um Esqueleto, 1962, convive com ampla gama de símbolos e alegorias trabalhados nos anos 1970, sob inspiração de tratados de esoterismo e alquimia, livros de ocultismo e de astrologia - Capricórnio, 1970 e A Pedra Filosofal, 1973. O mergulho existencial efetuado nesse período alarga as pesquisas com a cor e com a forma, consideradas frutos de uma operação alquímica, em Ministro do Inferno, 1975 e Homem Devidamente Pintado, 1976. Nesses trabalhos, já se encontram presentes elementos emblemáticos de sua obra: deformação da figura; antropomorfização da natureza; metamorfoses de todo tipo (montanhas-pássaros, animais fantásticos, narizes que realizam acrobacias, máquinas e construções humanizadas, casas-carros etc.). Tais elementos integram composições marcadas pelo humor - às vezes, negro -, em que o artista associa a exploração da memória infantil e do universo onírico a elementos insólitos retirados do cotidiano e da observação detida das cidades. Central do Brasil, 1983, 10º Planeta, 1986, e Segunda-Feira, 1994, são algumas dessas paisagens inusitadas. Homens-máquinas, seres monstruosos ou simples personagens de historietas infantis são outras de suas criações conhecidas, vistas em Mulher do Futuro, 1975, Gigante Examinando uma Casa, 1988 e Habitante da Lua, 1994. A localização de distintas fases na obra de Magalhães não impede a identificação de um estilo pessoal construído, desde o início, em estreito diálogo com as técnicas e temáticas da ilustração, das histórias em quadrinhos e das caricaturas.

Obras 30

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Reprodução fotográfica Pedro Oswaldo Cruz

Auto-retrato

Tinta acrílica sobre tela

Exposições 248

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Feiras de arte 2

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Fontes de pesquisa 67

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  • 1º Salão SESC de gravura. Curadoria Geraldo Edson de Andrade. Rio de Janeiro: Sesc Copacabana, 1996. [16 ] p. Exposição realizada na Galeria Sesc Copacabana, no período de 25 jun. a 31 jul. 1996.
  • 28 ARTISTAS do Acêrvo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Campo Grande: Associação Matogrossense de Artes, 1968.
  • 4 MESTRES da gravura brasileira. Rio de Janeiro: Sesc Copacabana, 1996.
  • A COMUNICAÇÃO segundo os artistas plásticos. Apresentação Walter Clark Bueno. Rio de Janeiro: Rede Globo, 1975. [20 p.] il. p.b.
  • A FIGURA humana na coleção Itaú. apresentação Ricardo Ribenboim. São Paulo, SP: Itaú Cultural, 2000. 20 p.
  • A IMAGEM do som de Caetano Veloso: 80 composições de Caetano Veloso interpretadas por 80 artistas contemporâneos. Curadoria Felipe Taborda. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1998. 179 p. il. color. (Projeto A Imagem do Som, 1).
  • A RESSACRALIZAÇÃO da arte. Apresentação Abram Szajman, Danilo Santos de Miranda; texto Jacob Klintowitz. São Paulo: Sesc, 1999. 136 p. il. color.
  • AR: exposição de artes plásticas, brinquedos, objetos e maquetes. Curadoria Lauro Cavalcanti, Luiz Áquila; apresentação Lauro Cavalcanti, Luiz Áquila; projeto gráfico Felipe Taborda, Andrea Bezerra. Rio de Janeiro: Paço Imperial, 1997. [24p.] il. color.
  • ARTE e artistas plásticos no Brasil 2000. São Paulo: Meta, 2000.
  • ARTE erótica. Fotografia Vicente de Mello; texto Reynaldo Roels Jr.. Rio de Janeiro: MAM, 1993. 16 p. 13 il. p.b.
  • ARTE no Brasil. São Paulo: Abril Cultural, 1979.
  • ARTISTAS brasileiros dos anos 60 e 70 na coleção Rubem Knijnik. Porto Alegre: Espaço No Galeria Chaves, 1981.
  • ARTISTAS do muralismo brasileiro. São Paulo: Volkswagen do Brasil, 1988.
  • AYALA, Walmir. Dicionário de pintores brasileiros. Rio de Janeiro: Spala, 1992. 2v. R759.981 A973d v.2
  • BIENAL BRASIL SÉCULO XX, 1994, São Paulo, SP. Bienal Brasil Século XX: catálogo. Curadoria Nelson Aguilar, José Roberto Teixeira Leite, Annateresa Fabris, Tadeu Chiarelli, Maria Alice Milliet, Walter Zanini, Cacilda Teixeira da Costa, Agnaldo Farias. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 1994.
  • BRASILIDADES. Curadoria e texto Paulo Rogério de Oliveira Reis; versão em inglês Anton Berden, James Anderson; versão em francês Pascal Rúbio. Rio de Janeiro: Centro Cultural Light, 2000.
  • COLEÇÃO Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da Arte Brasileira. São Paulo: MAM, 1984.
  • COLEÇÃO Rubem Knijnik: arte brasileira anos 60/70 / 80. Apresentação Evelyn Berg Ioschpe; fotografia Mabel Leal Vieira; texto Thomas Cohn. Porto Alegre: Margs, 1986. il. p.b. color.
  • COLEÇÃO Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos do Unibanco. Projeto gráfico Kiko Farkas; fotografia Romulo Fialdini; apresentação Antonio Fernando De Franceschi. Poços de Caldas: Instituto Moreira Salles, 1995. 50 p. il. color.
  • DESTAQUES da Coleção Unibanco. Apresentação Antonio Fernando De Franceschi; fotografia Romulo Fialdini; projeto gráfico Kiko Farkas. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 1998. 48 p. il. color.
  • DESTAQUES da arte contemporânea brasileira. Apresentação Aparício Basílio da Silva. São Paulo: MAM, 1985. 22 p. il. p.b.
  • DICIONÁRIO brasileiro de artistas plásticos. Organização Carlos Cavalcanti e Walmir Ayala. Brasília: Instituto Nacional do Livro, 1973-1980. 4v. (Dicionários especializados, 5).
  • EMBLEMAS do corpo: o nu na arte moderna brasileira. Apresentação Franklin Espath Pedroso; texto Paulo Sérgio Duarte; curadoria Franklin Espath Pedroso; projeto gráfico Ruth Freihof; fotografia Pedro Oswaldo Cruz, Cristina Oswaldo Cruz, Wilton Montenegro, Eduardo Giannini Ortega. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 1993. 80 p. il. p&b, color.
  • ESCOLA de Artes Visuais do Parque Lage (Rio de Janeiro, RJ), Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Imagem gráfica. Rio de Janeiro, 1995. 160p. il., p.b.
  • EXPOSIÇÃO Brasil-Japão de Arte Contemporânea (9.: 1990: São Paulo). 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea. Curadoria Wesley Duke Lee, Arcangelo Ianelli, Dudu Santos. São Paulo: Fundação Brasil-Japão de Artes Plásticas, 1990. 86p. il. p.b.
  • EXPOSIÇÃO da jovem gravura nacional (1.: 1964: São Paulo), AMARAL, Aracy (coord.). 1ª Exposição da jovem gravura nacional. São Paulo: MAC/USP, 1964. [15] p. il. p.b.
  • EXPOSIÇÃO da jovem gravura nacional (1.: 1965: Curitiba). 1ª Exposição da jovem gravura nacional. Apresentação Walter Zanini. Curitiba: MAC/USP, 1965. folha dobrada il. p.b.
  • EXPOSIÇÃO da jovem gravura nacional (1.: 1965: São Paulo). 1ª Exposição da jovem gravura nacional. Apresentação Walter Zanini. Belo Horizonte: MAC/USP, 1965. [14 p.] il. p.b.
  • FLÓRIDO, Janice Maria; LOBELLO, Mario (Orgs.). A metrópole e a arte. São Paulo: Prêmio, 1992. (Arte e Cultura 13.).
  • FORBES, Raul de Souza Dantas (coord.). Filhos do Abaporu. Texto Olívio Tavares de Araújo; fotografia Romulo Fialdini; apresentação Raul de Souza Dantas Forbes. São Paulo: Arte do Brasil, 1995. 50 p. il. color.
  • GALERIA de Arte Centro Empresarial Rio 1988. Produção Claudio Fortes, Ascânio MMM, João Augusto Fortes, Ronaldo do Rego Macedo; apresentação Marcus de Lontra Costa; fotografia Dayse Marques, Maurício Ruiz; texto Montez Magno, Frederico Morais; fotografia Luciano Mattos; texto Wilson Coutinho; apresentação Paulo Herkenhoff; texto Lélia Coelho Frota; fotografia João Bosco; projeto gráfico Fernanda Gomes; texto Donato Mello Júnior; fotografia Helio Carvalho, Analu Cunha, Paulo Roberto Souza, Mário Diamante, Inês Rezende; curadoria e texto Wilson Coutinho; texto Eduardo Passos, Luiz Sérgio de Oliveira, Italo Bianchi; projeto gráfico Livia Flores. Rio de Janeiro: Galeria de Arte Centro Empresarial Rio, 1988. [168] p., il. p.&b.
  • GRAVURA brasileira hoje: depoimentos. Organização Heloisa Pires Ferreira e Maria Luisa Luz Távora; entrevistas Anna Bella Geiger, Emanoel Araújo, Fayga Ostrower, Lívio Abramo, Lotus Lobo, Roberto Magalhães, Rossini Perez. Rio de Janeiro: Oficina de gravura SESC-Tijuca, 1997. v.3.
  • GRAVURA brasileira: quatro temas. Curadoria e texto Nelson Augusto. Rio de Janeiro: Escola de Artes Visuais do Parque Lage, 1989.
  • GRAVURA: arte brasileira do século XX. São Paulo: Itaú Cultural: Cosac & Naify, 2000.
  • GULLAR, Ferreira (et. al). 150 anos de pintura no Brasil: 1820-1970. Rio de Janeiro: Colorama, 1989.
  • IMPRESSÕES itinerantes. Curadoria Reila Gracie. Belo Horizonte: Fundação Palácio das Artes, 1996.
  • KLINTOWITZ, Jacob. Os novos viajantes. São Paulo: Sesc, 1993.
  • LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Artlivre, 1988.
  • MAGALHÃES, Roberto. Desenhos e pintura. Rio de Janeiro, 1992. il. p.b. color., fot.
  • MAGALHÃES, Roberto. Roberto Magalhães pinturas e serigrafias 1980-1984. Rio de Janeiro: Galeria Saramenha, 1984. il. color., foto p.b.
  • MAGALHÃES, Roberto. Roberto Magalhães. Apresentação Frederico Morais. São Paulo: Galeria Arte Global, 1983. 8 folhas soltas il. p.b.
  • MORAIS, Frederico. Roberto Magalhães. Tradução Peter Lenny; fotografia Pedro Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro: Salamandra, 1996. 119 p. il., figs., foto.
  • MOSTRA DE GRAVURA CIDADE DE CURITIBA, 6., 1984. VI Mostra de Gravura Cidade de Curitiba: 1984 - Pan-Americana. Curitiba: Fundação Cultural de Curitiba, 1984.
  • MOSTRA DE GRAVURA CIDADE DE CURITIBA, 9., 1990. IX Mostra de Gravura Cidade de Curitiba. Curitiba: Fundação Cultural de Curitiba, 1990.
  • MOSTRA DO REDESCOBRIMENTO, 2000, SÃO PAULO, SP. Arte contemporânea. Curadoria geral Nelson Aguilar; curadoria Nelson Aguilar, Franklin Espath Pedroso; tradução Arnaldo Marques, Ivone Castilho Benedetti, Izabel Murat Burbridge, Katica Szabó, John Norman. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo : Associação Brasil 500 anos Artes Visuais, 2000.
  • MOSTRA RIO GRAVURA, 1999, Rio de Janeiro. Mostra Rio Gravura: catálogo geral dos eventos. Tradução Stephen Berg. Rio de Janeiro: Prefeitura Municipal, 1999.
  • O DESENHO moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateaubriand. São Paulo: Galeria de Arte do Sesi, 1993.
  • OBJETO na arte: Brasil anos 60. Coordenação Daisy Valle Machado Peccinini de Alvarado. São Paulo: FAAP, 1978.
  • OPINIÃO 65. Curadoria e apresentação Frederico Morais. Rio de Janeiro: Galeria de Arte Banerj, 1985. (Ciclo de exposições sobre arte no Rio de Janeiro).
  • OPINIÃO 65: 30 anos. Curadoria e texto Wilson Coutinho, Cristina Aragão; versão em inglês Odila Stevenson, Carolyn Brisset, Hugo Moss. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 1995.
  • OS COLECIONADORES - Guita e José Mindlin matrizes e gravuras. Curadoria Jacob Klintowitz; projeto gráfico Diana Mindlin; fotografia Lucia Mindlin Loeb; apresentação Horacio Lafer Piva, Jaime A. Greene; texto José Mindlin, Jacob Klintowitz. São Paulo, 1998. [64 p.] il. color.
  • OS NOVOS viajantes. São Paulo: Sesc Pompéia, 1994.
  • PAISAGENS. Tradução Izabel Murat Burbridge. São Paulo: Galeria São Paulo, 1994. il. color.
  • PONTUAL, Roberto. Arte/ Brasil/ hoje: 50 anos depois. São Paulo: Collectio, 1973.
  • PONTUAL, Roberto. Entre dois séculos: arte brasileira do século XX na coleção Gilberto Chateaubriand. Rio de Janeiro: Edições Jornal do Brasil, 1987.
  • POÉTICA da resistência: aspectos da gravura brasileira. Curadoria Armando Mattos, Denise Mattar, Marcus de Lontra Costa. Rio de Janeiro: MAM, 1994.
  • PRIMEIRA exposição da jovem gravura nacional.. Apresentação Carlos Humberto Corrêa, Walter Zanini. Florianópolis: MAM, 1965. [21 p.] il. p.b.
  • SANTOS, José Roberto Marcellino (coord.). Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Apresentação M. F. do Nascimento Brito; edição M. F. do Nascimento Brito; projeto gráfico Jorge Visniauskas, Itamar Carlos; texto Maria Regina do Nascimento Brito, Agnaldo Farias, Maria del Carmen Zilio; pesquisa Paulo Pedreira, Agnaldo Farias, Jurema Fernandes, Manuel Souza Leão Veiga; fotografia Romulo Fialdini, Vicente de Mello, Aertsens Michel, Marcel Gautherot. São Paulo: Banco Safra, 1999. 357 p. il. color.
  • SAO PAULO - Rio - Paris. São Paulo, il. color., fotos p., 1987.
  • SILVEIRA, Dôra (Coord.). Espelho da Bienal. Curadoria Ruben Breitman; versão em inglês Jullan Smyth; texto Mário Pedrosa e Paulo Reis; apresentação Italo Campofiorito. Niterói: MAC-Niterói, 1998. [16] p., 11 cartões-postais.
  • TABORDA, Felipe (coord.), MARINHO, Ana Luisa (coord.). A imagem do som de Chico Buarque 80 composições de Chico Buarque interpretadas por 80 artistas contemporâneos. Curadoria Felipe Taborda; coordenação de produção Péricles de Barros. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1999. 179 p. il. color. (Projeto A Imagem do Som, 2).
  • TRINCHEIRAS: arte e política no Brasil. Texto crítico Marcus de Lontra Costa; apresentação Helena Severo, M. F. do Nascimento Brito. Rio de Janeiro: MAM, 1994. 16 p. il. p.b.
  • TRINTA anos de 68. Curadoria e texto Franklin Espath Pedroso, Pedro Karp Vasquez; versão em inglês Paulo Henriques Britto; texto Victor Hugo Adler Pereira. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 1998. [56 p.], il. p.b. color.
  • UNIVERSO do futebol uma reflexão sobre os significados sociológicos e estéticos do futebol no contexto da cultura brasileira. Rio de Janeiro: MAM, 1982.
  • VELHA mania: desenho brasileiro. Apresentação Marcus de Lontra Costa; texto Roberto Pontual. Rio de Janeiro, RJ: Escola de Artes Visuais do Parque Lage, 1985.
  • XILOGRAVURA: do cordel à galeria. São Paulo: Metrô, 1994.
  • ZANINI, Walter (org.). História geral da arte no Brasil. São Paulo: Fundação Djalma Guimarães: Instituto Walther Moreira Salles, 1983. v. 1.

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