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Enciclopédia Itaú Cultural
Artes visuais

Guanaes Netto

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 10.10.2019
17.02.1933 Brasil / São Paulo / Vera Cruz
25.11.2017 França / Ile de France / Paris

Da Série
Guanaes Netto
Óleo sobre tela

Gontran Guanaes Netto (Vera Cruz, São Paulo, 1933 – Paris, França, 2017). Desenhista, pintor e professor universitário. Muda-se para São Paulo em 1951.

Texto

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Gontran Guanaes Netto (Vera Cruz, São Paulo, 1933 – Paris, França, 2017). Desenhista, pintor e professor universitário. Muda-se para São Paulo em 1951.

Participa da célula do Partido Comunista Brasileiro (PCB) no Teatro de Arena, com Gianfrancesco Guarnieri (1934-2006), Paulo José (1937) e Vera Gertel (1937). Em 1969, exila-se em Paris, onde trabalha como professor na Universidade de Orsay. Participa da exposição-denúncia América Latina Não Oficial (1970). Entre 1970 e 1973, integra o grupo de artistas que doam obras para apoiar a campanha à presidência de Allende (1908-1973) no Chile.

Em 1972, funda o Grupo Denuncia com o argentino Julio Le Parc (1928), o espanhol Alejandro Marco (1937) e o uruguaio José Gamarra (1943). Em 1973, realizam a série Sala Escura da Tortura. As pinturas expressam relatos feitos pelo Frei Tito de Alencar Lima (1945-1974), morto em decorrência das torturas sofridas durante a ditadura no Brasil. A exposição Realité 74 acontece na Galerie Oeil de Boeuf, em Paris, com obras realizadas desde a chegada à capital francesa. 

Leciona na Escola de Arquitetura de Nantes, em 1976, e participa da Brigada Internacional de Pintores Antifascistas. A Brigada apresenta painéis durante a década de 1970, como Painel Realizado pelo Chile (1976), em Paris, e Painel Realizado pela América Latina (1977), em Nancy.

Participa da criação do Syndicat National des Artistes Plasticiens (Snap), em 1977. Três anos depois, funda o Espaço Latino-Americano em Paris.

Em 1985, retorna ao Brasil e realiza a exposição Populações Brasileiras, no Centro Cultural São Paulo. Quatro anos depois, na estação Marechal Deodoro do metrô de São Paulo, constrói sete painéis de óleo sobre madeira. Entre eles estão: Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão e Aspectos da População Brasileira II.

Na estação Corinthians-Itaquera encontram-se dez painéis que formam A Catedral do Povo (1990). Em 1999, participa da Casa da Memória Coletiva, em Itapecerica da Serra. Em 2010, instala-se em Cachan, região metropolitana de Paris onde realiza a exposição Paysans (2016). 

Obras 1

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Exposições 16

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Fontes de pesquisa 19

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