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Enciclopédia Itaú Cultural
Artes visuais

Emanoel Araújo

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 07.09.2022
15.11.1940 Brasil / Bahia / Santo Amaro
07.09.2022 Brasil / São Paulo / São Paulo
Reprodução Fotográfica Romulo Fialdini/Itaú Cultural

Gravura de Armar, 1972
Emanoel Araújo
Xilogravura em cores
102,00 cm x 68,00 cm
Coleção Barbara e Wolf A. Wolf

Emanoel Alves de Araújo (Santo Amaro da Purificação, Bahia, 1940 - São Paulo, São Paulo, 2022). Escultor, desenhista, ilustrador, figurinista, gravador, cenógrafo, pintor, curador, museólogo. Por meio de cores fortes, texturas e ênfase nas formas geométricas, Emanoel Araújo explora a presença da herança africana na cultura brasileira. 

Texto

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Emanoel Alves de Araújo (Santo Amaro da Purificação, Bahia, 1940 - São Paulo, São Paulo, 2022). Escultor, desenhista, ilustrador, figurinista, gravador, cenógrafo, pintor, curador, museólogo. Por meio de cores fortes, texturas e ênfase nas formas geométricas, Emanoel Araújo explora a presença da herança africana na cultura brasileira. 

Aprende marcenaria com o mestre Eufrásio Vargas e trabalha com linotipia e composição gráfica na Imprensa Oficial, em sua cidade natal. A primeira exposição individual é realizada em 1959. 
Na década de 1960, muda-se para Salvador e ingressa na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde estuda gravura com Henrique Oswald (1918-1965). Nesse período, produz ilustrações, cartazes e cenários para teatro. Nas xilogravuras, a textura se sobressai, com relevos, dobras ou rugas. Essas obras exploram temas locais e representações femininas que aludem à fecundidade.

A partir de 1971, realiza obras abstratas, compostas por formas geométricas conjugadas. O artista aproxima-se de forma gradual das vertentes construtivas, reduzindo as formas a estruturas primárias.

Desenvolve trabalhos que contêm segmentos ondulados de outras gravuras, colados sobre o plano de uma gravura maior, de maneira a produzir cortes, interferências e justaposições no plano. Essas peças começam a indicar o interesse do artista pelo tridimensional.

Entre as relevantes premiações recebidas, estão inclusas a medalha de ouro na 3ª Bienal Gráfica de Florença, Itália, em 1972, e os prêmios de melhor gravador, em 1973, e de melhor escultor, em 1983, ambos concedidos pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). 

Em 1977, participa do 2º Festival Mundial de Arte e Cultura Negra e Africana (Festac ‘77). A partir de então, as referências à cultura africana passam a ser mais diretas tanto na configuração estética quanto no teor das obras do artista. Tais referências podem ser notadas, por exemplo, pela presença de símbolos de entidades do candomblé em esculturas. As cores e as formas também são utilizadas para remeter a objetos ritualísticos da religião afro-brasileira. 

Em 1981 expõe individualmente no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp). Entre 1981 e 1983, dirige o Museu de Arte da Bahia (MAB), em Salvador. Em 1988 é convidado a lecionar artes gráficas e escultura no Arts College, na The City University of New York [ Universidade da Cidade de Nova York].

De 1992 a 2002, exerce o cargo de diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo (Pina_) e é responsável pela revitalização da instituição. Integra, entre 1995 e 1996, a Comissão dos Museus e o Conselho Federal de Cultura, instituídos pelo Ministério da Educação e Cultura. O trabalho como curador, ligado sobretudo à imagem e à cultura do negro e do índio no Brasil, vai ao encontro de temas presentes em suas obras, engajadas na reestruturação do universo da arte africana, explorando as formas geométricas aliadas a contrastes e cores fortes em suas gravuras, relevos e esculturas.

Em 2004, é curador e diretor do Museu Afro Brasil, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, inaugurado neste mesmo ano, com obras de sua coleção. Araújo afirma que a criação do espaço busca incluir “todas as contribuições possíveis, os legados, participações, revoltas, gritos e sussurros que tiveram lugar no Brasil e no circuito das sociedades afro-atlânticas”, destacando a importância de reconstruir a trajetória do negro na história da arte nacional com a ênfase na “experiência de desenraizamento de milhões de seres humanos graças à escravidão”1.

O empenho em valorizar e difundir a produção artística da população negra é formalizado também na segunda edição ampliada e revisada de A mão afro-brasileira: significado da contribuição artística e histórica (2010). A publicação é fruto de uma minuciosa pesquisa que propõe mapear as contribuições da população negra para as artes plásticas brasileiras, percurso que percorre do barroco e do rococó até chegar à arte moderna e contemporânea.

Em 2007 é homenageado pelo Instituto Tomie Ohtake, que realiza a exposição Emanoel Araújo: autobiografia do gesto, reunindo obras que englobam as quatro décadas de produção artística de Araújo. E, em 2018, esculturas, xilogravuras e cartazes do artista são expostos no Masp.

No trabalho de Emanoel de Araújo, correntes estéticas como o construtivismo são exploradas de modo que expressem temas fortemente relacionados com a realidade brasileira. Tanto a sua obra artística quanto a sua atuação como curador e pesquisador destacam a importância da herança africana na cultura nacional. 

Notas

1. ARAÚJO, Emanoel. Museu Afro Brasil: um conceito em perspectiva. São Paulo. Disponível em: http://www.museuafrobrasil.org.br/o-museu/um-conceito-em-perspectiva. Acesso em: 22 jul. 2021.

Obras 19

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Reprodução fotográfica autoria desconhecida

Fenda Preta

Madeira policromada
Reprodução Fotográfica Romulo Fialdini/Itaú Cultural

Gravura de Armar

Xilogravura em cores

Espetáculos 2

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Exposições 409

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Feiras de arte 2

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Mídias (1)

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Emanoel Araújo - Enciclopédia Itaú Cultural
As figuras ancestrais e o inconsciente coletivo são determinantes na criação de Emanoel Araújo, cuja obra é inspirada em ícones tanto do sincretismo religioso quanto das artes, presentes em suas relações e em sua formação. Personagens como a baiana Mãe Menininha do Gantois (1894-1986) e o fotógrafo franco-brasileiro Pierre Verger (1902-1996) habitam o imaginário do artista, que os traduz em trabalhos repletos de símbolos a serem decifrados. Suas criações resultam da aplicação de um método que se inicia com o desenho do objeto, que será observado, estudado e aprimorado, considerando-se, por exemplo, o efeito provocado pela oposição entre luz e sombra. Marcadas por tonalidades vibrantes, suas composições evoluíram até as cores sumirem, num processo que distanciou Araújo do barroco. “Vejo coisas que fiz muito redondas, rebuscadas, presas às antigas formas da gravura que, hoje, são mais sintéticas e decididas”, descreve.

Produção: Documenta Vídeo Brasil
Captação, edição e legendagem: Sacisamba
Intérprete: Carolina Fomin (terceirizada)
Locução: Júlio de Paula (terceirizado)

Fontes de pesquisa 91

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  • ARAÚJO, Emanoel. Emanoel Araújo: esculturas. Rio de Janeiro: Galeria Cesar Aché, 1984.
  • ARAÚJO, Emanoel. Emanoel Araújo: gravuras. Rio de Janeiro: Galeria Bonino, 1972.
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  • ARAÚJO, Emanoel. Emanoel Araújo: relevos e esculturas. São Paulo: Skultura Galeria de Arte, 1983.
  • ARAÚJO, Emanoel. Emanoel Araújo: relevos. São Paulo: Galeria Arte Aplicada, 1976.
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  • ARAÚJO, Emanoel. Emanoel de Araújo: esculturas, relevos e monoprints. Tradução Helena Wiechmann, Francisco de Castro. s.l.: Edição do autor, 1991.
  • ARAÚJO, Emanoel. Esculturas de Emanoel Araújo: essencialmente urbano. São Paulo: Estação Santa Cecília do Metrô, 1990.
  • ARAÚJO, Emanoel. Esculturas e relevo um vulcão rumo ao classicismo. São Paulo: Galeria Nara Roesler, 1996.
  • ARAÚJO, Emanoel. Esculturas e relevos. Recife: Amparo Sessenta, 2000.
  • ARAÚJO, Emanoel. Gravuras. Rio de Janeiro: Galeria Bonino, 1972.
  • ARAÚJO, Emanoel. Xilogravuras- relevos- esculturas. Brasília: Oscar Seraphico Galeria de Arte, 1977.
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  • CENNI, Roberto (coord. ). Território expandido. Fotografia Eduardo Giannini Ortega; curadoria Angélica de Moraes; apresentação Danilo Santos de Miranda, Roberto C. Mesquita; texto Angélica de Moraes. São Paulo, 44 p. , 1999.
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  • ESPAÇO Cultural do Aeroporto de Congonhas (São Paulo). Aviação e arte. Comentário Casimiro Xavier de Mendonça, George Nelson Preston, Walter Zanini, Sheila Leirner, Pietro Maria Bardi; curadoria Zilda Matheus; apresentação Zilda Matheus; comentário Paulo Bomfim, Nelson Leirner, Olney Krüse. São Paulo, s.d. [24p. ] il. color.
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  • EXPOSIÇÃO da jovem gravura nacional, (2. : 1966: São Paulo), BORDALLO, Maria RitaBordallo, Maria Rita (coord. ). II Exposição da jovem gravura nacional. Introdução Walter Zanini; apresentação Pedro Manuel. São Paulo: MAC/USP, 1966. [24 p. ] il. p. b.
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  • GRAVURA brasileira hoje: depoimentos. Organização Heloisa Pires Ferreira e Maria Luisa Luz Távora; entrevistas Anna Bella Geiger, Emanoel Araújo, Fayga Ostrower, Lívio Abramo, Lotus Lobo, Roberto Magalhães, Rossini Perez. Rio de Janeiro: Oficina de gravura SESC-Tijuca, 1997. v.3. 769 G777 v.3
  • GRAVURA moderna brasileira: acervo Museu Nacional de Belas Artes. Curadoria Rubem Grilo. Rio de Janeiro: Museu Nacional de Belas Artes, 1999.
  • GRAVURA moderna brasileira: acervo Museu Nacional de Belas Artes. Curadoria Rubem Grilo. Rio de Janeiro: Museu Nacional de Belas Artes, 1999. CAT-G RJmnba 1999/g
  • GRAVURA: arte brasileira do século XX. São Paulo: Itaú Cultural: Cosac & Naify, 2000.
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  • JOVEM ARTE CONTEMPORÂNEA, 2., 1969, Porto Alegre, RS. 2ª Exposição jovem arte contemporânea. Porto Alegre: Margs; São Paulo: MAC/USP, 1969.
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  • MARTINS, Carlos (Coord.). Acervo gravura: doações recentes 1982/1984. Rio de Janeiro: Museu Nacional de Belas Artes, 1984.
  • MARTINS, Carlos (Coord.). Rio de Janeiro: Museu Nacional de Belas Artes, 1984. 36 p., 27 il. p&b. RJmnba 1984/adr
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  • O CONSTRUTIVISMO afetivo de Emanoel Araújo. São Paulo: Raízes, MWM, 1981.(Coleção MWM - IFK). 730.981 A663c
  • O MUSEU de Arte Moderna de São Paulo. São Paulo: Banco Safra, 1998. 351 p., il. color. 708.981 M263spm
  • O MUSEU de Arte Moderna de São Paulo. Texto Tadeu Chiarelli; fotografia Romulo Fialdini, Gal Oppido, Tuca Reinés, Lucila Wroblewski. São Paulo: Banco Safra, 1998. 351 p. : il. color.
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  • O que faz você agora Geração 60?: Jovem arte contemporânea dos anos 60 revisitada. São Paulo: MAC/USP, 1992. Exposição realizada no periodo de 14 nov. 1991 a 1º mar. 1992.
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Como citar

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