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Literatura

José Louzeiro

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 13.07.2021
1932 Brasil / Maranhão / São Luís
José de Jesus Louzeiro (São Luís, Maranhão, 1932). Romancista, contista, jornalista, roteirista, biógrafo. Inicia a carreira jornalística aos 16 anos como estagiário em O Imparcial, de São Luís, tornando-se em seguida repórter policial e parlamentar dos jornais Pacotilha e O Combate. Por causa de seus artigos de teor crítico e denunciatório rece...

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José de Jesus Louzeiro (São Luís, Maranhão, 1932). Romancista, contista, jornalista, roteirista, biógrafo. Inicia a carreira jornalística aos 16 anos como estagiário em O Imparcial, de São Luís, tornando-se em seguida repórter policial e parlamentar dos jornais Pacotilha e O Combate. Por causa de seus artigos de teor crítico e denunciatório recebe ameaças que o levam a mudar-se para o Rio de Janeiro, em 1954, onde consegue trabalho em O Jornal. Nesse período inicial sobrevive com muita dificuldade, passando inclusive a mendigar nas ruas da cidade, até conhecer o tradutor Bolívar Costa, que o leva para morar clandestinamente na Casa do Estudante do Brasil - CEB. Essa fase permite sua convivência com muitos universitários ligados à arte, música e literatura. Ao mesmo tempo, sua experiência de 20 anos atuando como repórter policial o coloca em contato com a marginalidade, o que reverte numa influência bem visível em seu trabalho literário. A estréia como escritor se dá em 1958 com o livro de contos Depois da Luta. Em 1976, colabora como roteirista da adaptação para o cinema de seu romance Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia, de 1975, em filme de mesmo nome com direção de Hector Babenco (1946). Seu romance Infância dos Mortos, de 1977, torna-se mais conhecido do público pela adaptação para o filme Pixote: A Lei do Mais Fraco, também dirigido por Babenco, em 1980. Louzeiro dedica-se ainda à literatura infanto-juvenil e à pesquisa biográfica, mas sua obra caracteriza-se essencialmente pela construção de romances-reportagens. Lança, em 2001, Isto Não Deu no Jornal, com relatos de sua experiência como repórter policial e os bastidores da imprensa carioca nos jornais Diário Carioca, Tribuna da Imprensa, Última Hora, Jornal do Brasil e Correio da Manhã.

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