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Enciclopédia Itaú Cultural
Teatro

Luisa Thiré

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 25.10.2022
19.11.1973 Brasil / Rio de Janeiro / Rio de Janeiro
Reprodução fotográfica Jéssica Mangaba/Itaú Cultural

Luisa Thiré, 2022

Luísa Pesce Thiré Fávero (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1973). Atriz, diretora, produtora. Tem seu interesse pelas artes despertado precocemente, influenciada pelo pai, o ator e diretor Cecil Thiré (1943-2020), e pela avó, a atriz Tônia Carrero (1922-2018).

Texto

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Luísa Pesce Thiré Fávero (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1973). Atriz, diretora, produtora. Tem seu interesse pelas artes despertado precocemente, influenciada pelo pai, o ator e diretor Cecil Thiré (1943-2020), e pela avó, a atriz Tônia Carrero (1922-2018).

Realiza cursos no grupo O Tablado e estreia como atriz aos 10 anos na peça Minha Infância Querida, de Maria Clara Machado (1921-2001). Suas incursões no teatro demonstram variedade de estilos de representação e dramaturgias. Destacam-se as participação nas montagens de Aurora da Minha Vida (2004), com texto e direção de Naum Alves de Souza (1942-2016), Diário das Crianças do Velho Quarteirão (2006), escrita e dirigida por Mário Bortolotto (1962), e a parceria com Ron Daniels (1942) em Repertório Shakespeare: Macbeth e Medida por Medida (2015) de William Shakespeare (1654-1616).

Em 2012, leva o solo Valsa Nº 6, de Nelson Rodrigues (1912-1980), para o Festival Internacional de Teatro de Cabo Verde. Sobre o desempenho da atriz sob direção de Cláudio Torres Gonzaga (1961), a crítica Dinah Cesare considera que “Luisa Thiré constrói sua Sônia com proveito do trânsito entre as diferentes figuras, expondo uma atuação sensível e sem cair nas armadilhas de exageros”.

Dirigida por Marcello Bosschar, integra elenco de A Guerra Não Tem Rosto de Mulher (2017), a partir do livro de Svetlana Alekseievitch (1948), dando voz às narrativas femininas em situações de perdas a partir de relatos sobre a Segunda Guerra Mundial. Não se furtando do laço familiar com o teatro, promove um tributo à sua avó ao remontar - sob direção de Gustavo Wabner (1975) - Navalha na Carne (2018), clássico de Plínio Marcos (1935-1999) que Carrero estrelou em 1967.

Luisa Thiré desenvolve carreira nas artes cênicas com a marca da tradição familiar aliada aos desafios como intérprete-criadora construindo um repertório com diversidade de temas e estéticas alinhadas ao teatro contemporâneo.

Espetáculos 20

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Fontes de pesquisa 3

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  • LUIZ, Macksen. Sem referências históricas, força do texto se perde. O Globo, Rio de Janeiro, 08 jul. 2017. Segundo Caderno, p. 8.
  • REIS, Luiz Felipe. Relatos do front - Ciranda de morte-vida. O Globo, Rio de Janeiro, 08 jul. 2017. Segundo Caderno, p. 8.
  • TOLEDO, Paulo Bio. Trio de atrizes revive obra de Nobel bielorrussa. Folha de S. Paulo, São Paulo, 26 nov. 2017. Ilustrada, p. 44-45.

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