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Literatura

Odylo Costa Filho

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 13.07.2021
14.12.1914 Brasil / Maranhão / São Luís
19.08.1979 Brasil / Rio de Janeiro / Rio de Janeiro
Odylo Costa Filho (São Luís, Maranhão, 1914 - Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1979). Poeta, cronista, contista, ensaísta, jornalista. Forma-se bacharel pela Faculdade de Direito em 1933, no Rio de Janeiro. Entre 1931 e 1965 funda o seminário Política e Letras, é diretor dos jornais Tribuna de Imprensa, A Noite e Jornal do Brasil, das revistas Se...

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Odylo Costa Filho (São Luís, Maranhão, 1914 - Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1979). Poeta, cronista, contista, ensaísta, jornalista. Forma-se bacharel pela Faculdade de Direito em 1933, no Rio de Janeiro. Entre 1931 e 1965 funda o seminário Política e Letras, é diretor dos jornais Tribuna de Imprensa, A Noite e Jornal do Brasil, das revistas Senhor e O Cruzeiro, além de secretário da revista O Cruzeiro Internacional, repórter do Jornal do Comércio e crítico literário do jornal Diário de Notícias, no qual cria a seção Encontro Matinal. Em 1934 ocorre a publicação de seu livro Graça Aranha e Outros Ensaios, ganhador do Prêmio Ramos da Paz, concedido pela Academia Brasileira de Letras. Entre 1954 e 1955 atua secretário de Imprensa da Presidência da República e superintendente das empresas incorporadas ao patrimônio da União no governo de Café Filho. No final dos anos de 1960 é adido cultural na embaixada brasileira de Lisboa (Portugal), diretor da revista Realidade e redator na Editora Abril. Eleito membro da Academia Brasileira de Letras em 1969, sua obra poética inclui os livros Alvoradas... (1929), Tempo de Lisboa e Outros Poemas (1966), Cantiga Incompleta (1971), Os Bichos no Céu (1972), Notícias de Amor (1977), A Vida de Nossa Senhora (1977) e Boca da Noite (1979). Odylo Costa Filho é poeta da terceira geração do Modernismo; conviveu com Carlos Drummond de Andrade (1902 - 1987) e Manuel Bandeira (1886 - 1968), segundo o qual a poesia de Odylo tem "música de timbre próprio, de inefável doçura, sem melaço".

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