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Enciclopédia Itaú Cultural
Literatura

Greta Benitez

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 19.08.2015
29.10.1971 Brasil / Paraná / Curitiba
Greta Paloma Andrade Santos Benitez (Curitiba, PR, 1971). Poeta e publicitária. Por meio da biblioteca de seus pais, a escritora Regina Benitez (1934-2006) e o crítico de arte Aurélio Benitez (1927-2004), Greta tem contato com a leitura muito cedo. Com incentivo da mãe, estreia em poesia com Rosas Embutidas (1999), em edição de autor, vencedor d...

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Biografia
Greta Paloma Andrade Santos Benitez (Curitiba, PR, 1971). Poeta e publicitária. Por meio da biblioteca de seus pais, a escritora Regina Benitez (1934-2006) e o crítico de arte Aurélio Benitez (1927-2004), Greta tem contato com a leitura muito cedo. Com incentivo da mãe, estreia em poesia com Rosas Embutidas (1999), em edição de autor, vencedor do Prêmio Jorge de Lima. Em 2000, começa a divulgar sua poesia em site pessoal, o que propicia o convite para a primeira edição comercial, Café Expresso Blackbird (2006). Em 2003 e 2004 participa do projeto Poemas nos Ônibus, que expõe seus textos em coletivos de Porto Alegre, primeiro momento em que há mais difusão e repercussão de sua poesia. Ainda em 2004, atua como pesquisadora, assim como na produção, do projeto Encontros – Memória da Literatura Paranaense, que faz entrevistas gravadas com 20 escritores paranaenses. Ministra, em 2005, oficinas literárias para o projeto De Poeta para Poeta, promovidas pela Fundação Cultural de Curitiba. Integra a antologia organizada por Claudio Daniel (1962): Todo Começo É InvoluntárioA Poesia Brasileira no Início do Século 21 (2010).

Comentário crítico
A poesia de Greta Benitez explora a oralidade e o coloquialismo, em tom descontraído e bem-humorado. O poema-piada e o poema-pílula da primeira geração do modernismo brasileiro, bem como a espontaneidade da chamada geração marginal dos anos 1970, são recuperados de forma intuitiva: “Eu estava numa calçada vazia / E de repente a noite / Invadiu o meu dia”,1 ou ainda em: “Dias de sol cor-de-rosa / Vaso cheio de rosas cor-de-sol”.2

Os textos geralmente focalizam uma cena de maneira lapidar, visando o contraponto ou o estranhamento entre perspectivas, por meio de uma expressividade econômica e direta. Em relação ao trabalho poético de Greta, o crítico Frederico Barbosa (1961) anota: “Seus poemas são epifanias cortantes, construídas com rigor, humor e uma percepção aguda do universo que ronda o homem (e principalmente a mulher) urbano(a) da modernidade”.3

Notas
1 BENITEZ, Greta. Café Expresso Blackbird. São Paulo: Landy Editora, 2006. p.96.
2 idem. p. 25.
3 idem. orelha.

Eventos multiculturais 1

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Fontes de pesquisa 2

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  • BENITEZ, Greta. Café expresso blackbird. São Paulo: Landy Editora, 2006.
  • BENITEZ, Greta. [Currículo]. Enviado pela poeta em 11 de novembro de 2012.

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