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Enciclopédia Itaú Cultural
Artes visuais

Ricardo Aleixo

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 26.09.2018
14.09.1960 Brasil / Minas Gerais / Belo Horizonte
Ricardo José Aleixo de Brito (Belo Horizonte, Minas Gerais, 1960). Poeta, músico, produtor cultural, artista plástico e editor. Autodidata, atua em diversas áreas, sobretudo nas poéticas experimentais com a voz. Faz sua estréia na poesia em 1992, com o livro Festim. Em Belo Horizonte, é curador do Festival de Arte Negra - FAN, e coordena projeto...

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Biografia

Ricardo José Aleixo de Brito (Belo Horizonte, Minas Gerais, 1960). Poeta, músico, produtor cultural, artista plástico e editor. Autodidata, atua em diversas áreas, sobretudo nas poéticas experimentais com a voz. Faz sua estréia na poesia em 1992, com o livro Festim. Em Belo Horizonte, é curador do Festival de Arte Negra - FAN, e coordena projetos como 30 Anos da Semana Nacional de Poesia de Vanguarda, Tricentenário de Zumbi e a Bienal Internacional de Poesia. Faz curadoria de diversas exposições, como Sebastião Nunes: 30 Anos de Guerrilha Cultural e Estética de Provocaçam. Com Adyr Assumpção (1958) monta vários espetáculos multimeios como Jogo de Guerra - Malês, em 1990, Desconcerto Grosso - Poemas de Gregório de Matos, em 1996, e Canudos, Sertão da Bahia, 1897, em 1997. Edita a revista Roda - Arte e Cultura do Atlântico Negro, pela Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte. Seus poemas revelam forte afinidade com o movimento concretista e com a etnopoesia. Com visão crítica da realidade, Aleixo faz poesia social, mordaz, seca e irônica. Junta-se a isso seu trabalho de agitador cultural que leva a poesia à integração com outras formas de arte como o teatro, a música e a dança.

Exposições 6

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Mídias (1)

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Ricardo Aleixo - Enciclopédia Itaú Cultural
Nascido em Belo Horizonte, Ricardo Aleixo integra uma geração que tenta criar a partir da capital mineira. Sobre sua obra, o autor cita posfácio escrito por Sebastião Uchoa Leite para seu livro Trívio, no qual ele descreve Aleixo como “inclassificável”: “Esse é o lugar que me agrada ocupar, tanto em termos de gêneros quanto de nacionalidade”, diz o escritor. À poesia, que ele desenvolve desde os 17 anos, junta-se o que ele define como um trabalho intermídia, no qual mesclam-se música, imagem, vídeo e outras formas de expressão artística. “Mais do que na perspectiva chamada de multimídia, na qual as coisas se somam quantitativamente, entendi que eu queria a soma qualitativa”, explica. Para ele, o papel do poeta contemporâneo é o de “embaralhar as cartas”. “Das artes todas, talvez a poesia seja a que está mais livre da lógica de mercado”, diz. “A visão de mundo mais desconcertante e pessoal pode ser expressa pela poesia.”

Captação, edição e legendagem: Sacisamba
Intérprete: Carol Fomin (terceirizada)
Locução: Júlio de Paula (terceirizado)

Fontes de pesquisa 3

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  • CORONA, Ricardo. Dossiê Ricardo Aleixo com ensaio, seleção de poemas e entrevista. Revista Oroboro, nº 5. Curitiba: Editora Medusa, 2005.
  • COSTA PINTO, Manuel da. Antologia comentada da poesia brasileira do século 21. São Paulo: Publifolha, 2006. p. 20
  • FONSECA, Maria Nazareth Soares. Literatura, história e cultura afro-brasileira. Fundação Cultural Palmares, 2006. CD-ROM.

Como citar

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