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Teatro

Caique Botkay

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 07.09.2019
13.01.1951 Brasil / Rio de Janeiro / Rio de Janeiro
Carlos Henrique de Sorocaba Botkay (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1951). Diretor musical e compositor. Formado em musicoterapia pelo Conservatório Nacional de Música, em 1975, inicia carreira profissional no espetáculo infantil História de Lenços e Ventos, de Ilo Krugli (1930-2019), histórica montagem do Teatro Ventoforte, de 1974, na qual a l...

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Carlos Henrique de Sorocaba Botkay (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1951). Diretor musical e compositor. Formado em musicoterapia pelo Conservatório Nacional de Música, em 1975, inicia carreira profissional no espetáculo infantil História de Lenços e Ventos, de Ilo Krugli (1930-2019), histórica montagem do Teatro Ventoforte, de 1974, na qual a linguagem se baseia no movimento de lenços coloridos manipulados pelos atores que contam e cantam a história em cena. A partir dessa experiência, Caique Botkay começa pesquisa sobre a musicalidade no teatro, procurando fazer com que ela nasça da própria interpretação e do jogo dos atores. Nessa linha, trabalha como diretor musical e autor do Grupo Navegando, também dedicado ao teatro infantil, durante oito anos. Em 1979, recebe o Prêmio Molière pelo conjunto de trabalhos. Integra duas montagens do grupo Pessoal do Cabaré - Cabaré Valentin, 1980; e Poleiro dos Anjos, 1981 - recebendo, por esses espetáculos, o Prêmio Mambembe de melhor direção musical. Com o grupo Bloco da Palhoça vai para a França. Compõe a música das primeiras criações para público adulto da diretora Bia Lessa, com quem realiza quatro espetáculos: Ensaio nº 1 - A Tragédia Brasileira, de Sergio Sant'Anna, 1984; Ensaio nº 2 - O Pintor, de Lygia Bojunga, 1985; Ensaio nº 3 - Idéias e Repetições, diversos autores, 1986; Ensaio nº 4 - Os Possessos, de Dostoievski; e Exercício nº 1, 1987.

Ainda na década de 1980, trabalha como assessor da direção do Centro de Estudos Nacional de Artes Cênicas, vinculado ao Instituto Nacional de Artes Cênicas, atual Funarte.

Nos anos 1990, dirige o Instituto de Arte e Cultura da Universidade Gama Filho, na qual organiza o Fórum de Folclore e Cultura Popular e a Escola de Luteria, para a construção de violão, de bandolim e de cavaquinho, além de ser membro efetivo do Conselho Estadual de Cultura do Rio de Janeiro, órgão consultivo ligado à Secretaria de Cultura do Estado.

Em 2000, ganha o Prêmio Shell de melhor música por Ai, Ai Brasil, de Clovis Levi e Sergio Britto, com direção de Sergio Britto.

Espetáculos 66

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Fontes de pesquisa 8

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  • BOTKAY, Caique. Rio de Janeiro: CEDOC / Funarte. Dossiê Personalidades Artes Cênicas. 2001.
  • GRUPO Navegando. Rio de Janeiro: CEDOC / Funarte. Dossiê Grupos Artes Cênicas. 2001.
  • GRUPO Pessoal do Cabaré. Rio de Janeiro: CEDOC / Funarte. Dossiê Grupos Artes Cênicas. 2001.
  • GUERINI, Elaine. Nicette Bruno & Paulo Goulart: tudo em família. São Paulo: Cultura - Fundação Padre Anchieta: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2004. 256 p. (Aplauso Perfil). 792.092 G932n
  • Programa do Espetáculo - Chico Lenhador - 2010. Não Catalogado
  • Programa do Espetáculo - Coração Inquieto - 2002. Não catalogado
  • SUSSEKIND, Flora. A imaginação monológia. Revista USP. São Paulo, n. 14, p. 43, jun./ago. 1992.
  • XEXÉU, Artur. A novidade do teatro carioca. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 5 jul. 1987. Revista de Domingo, p. 22-25.

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