Ordenação

Tipo de Verbete

Filtros

Áreas de Expressão
Artes Visuais
Cinema
Dança
Literatura
Música
Teatro

Período

Temas


Enciclopédia Itaú Cultural
Literatura

Agripino Grieco

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 12.06.2017
1888 Brasil / Rio de Janeiro / Paraíba do Sul
1973 Brasil / Rio de Janeiro / Rio de Janeiro
Agripino Grieco (Paraíba do Sul, Rio de Janeiro, 1888 - Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1973). Crítico literário, poeta, contista, tradutor, jornalista. Filho dos italianos Pascoal Grieco e Rosa Covello Grieco, provenientes de Basilicata. Em 1906, muda-se para o Rio de Janeiro e começa a carreira de funcionário público na Central do Brasil. Estr...

Texto

Abrir módulo

Biografia

Agripino Grieco (Paraíba do Sul, Rio de Janeiro, 1888 - Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1973). Crítico literário, poeta, contista, tradutor, jornalista. Filho dos italianos Pascoal Grieco e Rosa Covello Grieco, provenientes de Basilicata. Em 1906, muda-se para o Rio de Janeiro e começa a carreira de funcionário público na Central do Brasil. Estréia na literatura com uma obra de poesia, Ânforas, em 1910, e três anos depois com um conjunto de contos intitulado Estátuas Mutiladas. De 1913 até 1920 dedica-se inteiramente à leitura de autores clássicos e românticos sem nada publicar. A partir de então escreve colunas literárias em pequenos jornais e revistas até ser convidado pelo crítico Tristão de Ataíde (1893-1983) a substituí-lo em O Jornal, em que estréia com artigo sobre o poeta Gregório de Matos (1636-1696). E esses seus primeiros artigos são reunidos em Fetiches e Fantoches, de 1921, e Caçador de Símbolos, de 1923. Em suas colunas torna-se também grande defensor da obra do poeta Castro Alves (1847-1871). Sua importância no meio literário, do início da década de 1920 à década de 1950, está diretamente ligada ao fato de permanecer todo esse tempo escrevendo diariamente em importantes jornais, com suas colunas caracterizadas pelo ecletismo e pelo tom polêmico e satírico, tratando de escritores brasileiros, estrangeiros e lançamentos. Após sua morte, em 1973, sua biblioteca pessoal, com mais de 30 mil títulos, é vendida à Universidade de Brasília. Em comemoração do centenário de seu nascimento, em 1988, é lançado o volume Gralhas e Pavões, com organização do filho Donatello Grieco, que traz apontamentos inéditos escritos em pequenas tiras de papel e encontrados em caixas de sapato.

Fontes de pesquisa 4

Abrir módulo
  • GRIECO, Donatello (Org.). Bibliografia e crítica de Agrippino Grieco: coletânea organizada em comemoração do octogésimo aniversário do nascimento do escritor, com transcurso em 15 de outubro de 1968. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro, 1968.
  • LAFETÁ, João Luiz. Retórica e alienação. In: 1930: a crítica e o modernismo. São Paulo: Duas Cidades, 1974.
  • NUNES, Inácio. Queixa-crime: em defesa da memória de Agrippino Grieco. Rio de Janeiro: Conquista, 1974.
  • QUEIROZ, José J. Agrippino Grieco, o diabo jovial: os melhores epigramas do mestre da sátira em língua portuguesa. Rio de Janeiro: Conquista, 1957.

Como citar

Abrir módulo

Para citar a Enciclopédia Itaú Cultural como fonte de sua pesquisa utilize o modelo abaixo: