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Enciclopédia Itaú Cultural
Literatura

Alphonsus de Guimaraens

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
24.07.1870 Brasil / Minas Gerais / Ouro Preto
15.07.1921 Brasil / Minas Gerais / Mariana
Afonso Henriques da Costa Guimarães (Ouro Preto MG 1870 - Mariana MG 1921). Poeta, cronista e jornalista. Filho do comerciante português Albino da Costa Guimarães e de Francisca de Paula Guimarães Alvim, sobrinha do romancista e poeta Bernardo Guimarães (1825 - 1884). Em 1890, muda-se para São Paulo, ingressa na Faculdade de Direito do Largo São...

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Biografia
Afonso Henriques da Costa Guimarães (Ouro Preto MG 1870 - Mariana MG 1921). Poeta, cronista e jornalista. Filho do comerciante português Albino da Costa Guimarães e de Francisca de Paula Guimarães Alvim, sobrinha do romancista e poeta Bernardo Guimarães (1825 - 1884). Em 1890, muda-se para São Paulo, ingressa na Faculdade de Direito do Largo São Francisco e torna-se colaborador dos jornais Diário Mercantil, Comércio de São Paulo, Correio Paulistano, O Estado de S. Paulo e A Gazeta. Três anos depois, volta para Ouro Preto, e conclui bacharelado em 1894 na Faculdade Livre de Direito de Minas Gerais. Vai ao Rio de Janeiro, em 1895, especialmente para conhecer o poeta Cruz e Sousa (1861 - 1898). Casa-se, em 1897, com Zenaide de Oliveira, com quem tem 14 filhos, dois deles escritores: João Alphonsus (1901 - 1944) e Alphonsus de Guimaraens Filho (1918). Após passar 10 anos como promotor de justiça em Conceição do Serro, é nomeado juiz em Mariana, para onde se transfere em definitivo, em 1906. Estréia com os livros de poemas Setenário das Dores de Nossa Senhora / Câmara Ardente e Dona Mística, em 1899, e três anos depois edita, por conta própria, o volume Kiriale, em que se consolidam os traços simbolistas de sua poesia. Somente em 1920 volta a publicar e lança o livro de crônicas, Mendigos. O restante de sua obra é divulgado postumamente. Em 1919, dois anos antes de morrer, recebe a visita do escritor Mário de Andrade (1893 - 1945). Sua obra é marcada pelo misticismo, pelo culto ao amor, à morte e à religiosidade, assentada, principalmente, pela trágica morte de sua noiva, Constança, filha de Bernardo Guimarães.

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