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Enciclopédia Itaú Cultural
Teatro

Thiago de Mello

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 16.02.2022
31.03.1926 Brasil / Amazonas / Manaus
14.01.2022 Brasil / Amazonas / Manaus
Amadeu Thiago de Mello (Porantim do Bom Socorro, município de Barreirinha, Amazonas, 1926 - Manuaus, Amazonas, 2022). Poeta e tradutor. Filho de Pedro Tiago de Melo e de Maria Mituoso de Melo, muda-se com a família para Manaus em 1931. Dez anos mais tarde, segue para o Rio de Janeiro, e, em 1950, matricula-se na Faculdade Nacional de Medicina. D...

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Amadeu Thiago de Mello (Porantim do Bom Socorro, município de Barreirinha, Amazonas, 1926 - Manuaus, Amazonas, 2022). Poeta e tradutor. Filho de Pedro Tiago de Melo e de Maria Mituoso de Melo, muda-se com a família para Manaus em 1931. Dez anos mais tarde, segue para o Rio de Janeiro, e, em 1950, matricula-se na Faculdade Nacional de Medicina. Durante a década de 1950, colabora nos periódicos O Comício, veículo de oposição ao governo de Getúlio Vargas (1882-1954), e Folha da Manhã. Ao lado do poeta Geir Campos (1924-1999), funda a Editora Hipocampo, em 1951. Dirige o Departamento Cultural da Prefeitura Municipal da Cidade do Rio de Janeiro, em 1959. No ano seguinte, assume o posto de adido cultural do Brasil na Bolívia e, posteriormente, em 1963, no exercício da mesma função, transfere-se para Santiago, Chile, onde conhece o poeta Pablo Neruda (1904-1973), de quem faz a tradução de uma antologia poética. Vai residir no Rio de Janeiro em 1965, mas, em 1968, perseguido pelo governo militar, viaja para Santiago, onde permanece exilado por dez anos. Período em que publica Faz Escuro Mas Eu Canto, 1965, A Canção do Amor Armado, 1966, Poesia Comprometida com a Minha e a Tua, 1975, e os Estatutos do Homem, 1977. Retorna do exílio em 1978 e, ao lado do cantor e compositor Sérgio Ricardo (1932), participa do show Faz Escuro Mas Eu Canto, dirigido pelo cronista e dramaturgo Flávio Rangel (1934-1988) e apresentado em dez capitais brasileiras. Nesse mesmo ano, fixa-se no município de Barreirinha, Maranhão, onde até hoje se dedica à poesia, envolvendo-se com as comunidades ribeirinhas e com questões ligadas à preservação ecológica da Região Amazônica.

Obras 28

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