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Luiz de Miranda

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
06.04.1945 Brasil / Rio Grande do Sul / Uruguaiana
Luiz Carlos Goulart de Miranda (Uruguaiana RS, 1945). É publicado, em 1968, seu Poema da Terra, na primeira página do Caderno de Sábado do Jornal da Tarde, de São Paulo SP. Ainda em 1968 atua na peça Povo, Palavra, Amor, Liberdade, de sua autoria, proibida pela censura. Participa do início das organizações contra o regime militar e precisa exila...

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Biografia

Luiz Carlos Goulart de Miranda (Uruguaiana RS, 1945). É publicado, em 1968, seu Poema da Terra, na primeira página do Caderno de Sábado do Jornal da Tarde, de São Paulo SP. Ainda em 1968 atua na peça Povo, Palavra, Amor, Liberdade, de sua autoria, proibida pela censura. Participa do início das organizações contra o regime militar e precisa exilar-se no Uruguai. Em 1969 ocorre a publicação de Andanças, sua primeira coletânea de poemas, no nº. 23 dos Cadernos do Extremo Sul, em Alegrete RS, onde se refugia clandestinamente devido às perseguições políticas. No mesmo ano é preso ao tentar localizar o poeta Laci Osório, oposicionista ao regime militar. Sofre nova prisão em 1971, em Porto Alegre RS. Nos anos seguintes colabora em vários periódicos e dirigi espetáculos como Porto da Luz, com músicas de seu parceiro Joe Eutanazia, em Porto Alegre. Em 1991, participa no seminário Políticas Culturais no Marco da Integração Regional do Mercosul, organizado pela Fundação Friedrich Eber, em Montevidéu (Uruguai). Recebe o Prêmio de Poesia 2001, concedido pela Academia Brasileira de Letras, pelo livro Trilogia do Azul, do Mar, da Madrugada e da Ventania (2000). Sua obra poética inclui os livros Memorial (1973), Amor de Amar (1986), Porto Alegre (1996) e Quarteto dos Mistérios, Amor e Agonias (1999). Segundo o crítico José Édil de Lima Alves, são características da poesia de Luiz de Miranda "a esperança, como luzeiro definido; a palavra, como instrumento-objeto; a consciência politizada, como do cidadão; o ânimo, como amparo para as vicissitudes; tudo isso dá suporte máximo à construção da utopia necessária".

Espetáculos 1

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