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Teatro

Machado de Assis

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 14.01.2021
21.06.1839 Brasil / Rio de Janeiro / Rio de Janeiro
29.09.1908 Brasil / Rio de Janeiro / Rio de Janeiro
Reprodução fotográfica Correio da Manhã/Acervo Arquivo Nacional

Machado de Assis, s.d.

Joaquim Maria Machado de Assis (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1839 - idem 1908). Contista, romancista, cronista, poeta, dramaturgo e crítico literário. Filho do pintor de casas Francisco José Machado de Assis, pardo forro, e da açoriana Maria Leopoldina Machado de Assis, agregados da família de Maria José de Mendonça Barroso Pereira, dona de v...

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Biografia

Joaquim Maria Machado de Assis (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1839 - idem 1908). Contista, romancista, cronista, poeta, dramaturgo e crítico literário. Filho do pintor de casas Francisco José Machado de Assis, pardo forro, e da açoriana Maria Leopoldina Machado de Assis, agregados da família de Maria José de Mendonça Barroso Pereira, dona de vasta propriedade no morro do Livramento e madrinha do escritor. Em 1845, aos 4 anos, morre sua única irmã, vítima de uma epidemia de sarampo. Sua mãe morre em 1849 e cinco anos depois o pai casa-se novamente. Em 1856, Machado emprega-se na Tipografia da Imprensa Nacional, onde permanece por dois anos. Com o padre Antônio José da Silveira Sarmento, aprende francês e latim e, em 1858, torna-se revisor e colaborador do jornal Marmota (depois, Marmota Fluminense), do jornalista Francisco de Paula Brito (1809 - 1861), em cuja sede se reúnem os membros da Sociedade Petalógica - Manuel Antônio de Almeida (1831-1861), Joaquim Manuel de Macedo (1820 - 1882), Gonçalves Dias (1823 - 1864), Manuel de Araújo Porto-Alegre (1806 - 1879), entre outros. A partir de então, colabora ininterruptamente com os principais jornais e revistas do Rio de Janeiro, publicando contos, crônicas e críticas. Estréia como dramaturgo, em 1861, com a publicação da comédia Desencantos e da sátira Queda que as Mulheres Têm para os Tolos, e três anos depois como poeta, com Crisálidas. Em 1867, recebe a Ordem da Rosa, no grau de cavaleiro, e, nomeado ajudante do diretor do Diário Oficial, inicia sua carreira burocrática, alcançando os mais altos cargos e encerrando-a como diretor-geral de Contabilidade do Ministério da Viação. Casa-se com Carolina Augusta Xavier de Mendonça em 1869 e, no ano seguinte, publica o livro Contos Fluminenses e um novo volume de versos, Falenas. Sua estréia no romance ocorre em 1872, com Ressurreição. A partir de 1881, com a publicação do romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, transforma significativamente sua produção literária, inaugurando no Brasil uma prosa realista desvinculada dos modelos franceses e com raízes na novela de língua inglesa, sobretudo através do escritor irlandês Laurence Sterne (1713 - 1768). Entusiasta da Academia Brasileira de Letras (ABL), participa de todas as reuniões preparatórias para sua fundação, que ocorre em 28 de janeiro de 1897, e é eleito seu primeiro presidente.

Obras 25

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Coleção Brasiliana Itaú<br> Reprodução Fotográfica Horst Merkel

Espetáculos 41

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Exposições 2

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Fontes de pesquisa 1

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  • ANUÁRIO de teatro 1994. São Paulo: Centro Cultural São Paulo, 1996. R792.0981 A636t 1994

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