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Enciclopédia Itaú Cultural
Artes visuais

Edson Barrus

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 11.10.2019
22.08.1962 Brasil / Pernambuco / Carnaubeira da Penha

Base Central Cão Mulato, 1999
Edson Barrus
Instalação

Edson Carlos de Barrus (Carnaubeira da Penha, Pernambuco, 1962). Artista plástico, curador, artista multimídia. Em 1984, gradua-se em zootecnia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). No Rio de Janeiro, entre 1993 e 1994, frequenta oficinas na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV) e, entre 1994 e 1995, no Museu do Ingá, em Niterói...

Texto

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Edson Carlos de Barrus (Carnaubeira da Penha, Pernambuco, 1962). Artista plástico, curador, artista multimídia. Em 1984, gradua-se em zootecnia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). No Rio de Janeiro, entre 1993 e 1994, frequenta oficinas na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV) e, entre 1994 e 1995, no Museu do Ingá, em Niterói. Em 1997, participa da exposição coletiva Cadernos de Linguagens Visuais, no Centro de Arte Hélio Oiticica, realizada na capital carioca. Em 1998, integra a exposição O Artista Pesquisador, no Museu de Arte Contemporânea do Rio de Janeiro (MAC/RJ), e da mostra Ubiquita: In Scatola, na Casa Degli Artisti, em Milão, Itália. 

Em 2000, participa do módulo Arte e Política: Isso São Outros 500, da exposição coletiva Investigações, e do programa Rumos, do Itaú Cultural. No mesmo ano, exposição itinerante leva o trabalho de Barrus para as cidades de Fortaleza (Ceará) e Recife (Pernambuco). 

Em 2001, integra a mostra Panorama da Arte Brasileira, realizada no Museu de Arte Moderna, em São Paulo (MAM/SP), e organiza Arttrainee, exibição coletiva apresentada no Centro Cultural Oduvaldo Vianna Filho, no Rio de Janeiro. Entre 2002 e 2006, inaugura o Espaço de Autonomia Experimental Rés do Chão, residência artística realizada no próprio apartamento, no Rio de Janeiro, reunindo artistas e propostas experimentais. Realiza mestrado em linguagens visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e doutorado pelo Núcleo de Subjetividades Contemporâneas da Pontifícia Universidade Católica (PUC), em São Paulo. No programa de pós-graduação em psicologia clínica da mesma instituição, apresenta e desenvolve a pesquisa intitulada Cão Mulato 2.0.

Análise

Edson Barrus utiliza a fotografia e a instalação para compor o conjunto de trabalhos cerzidos por um fio antropológico – a pesquisa sobre a herança africana e a relação dela com o presente –, para compreender o que é arte afrodescendente. Participa também de outras mostras que abordam questões políticas, como a exposição Investigações, promovida pelo programa Rumos, do Itaú Cultural. Nela, integra o núcleo Arte e Política: Isso São Outros 500, em que apresenta o laboratório/escritório/instalação Base Central Cão Mulato. A obra simula a produção genética de um cão vira-lata a partir de seis raças previamente selecionadas. O artista une a formação em zootecnia e o mestrado em artes plásticas para criar um universo em que possa falar sobre racismo e discutir problemas relacionados à vivência do mulato no Brasil. 

Em 2001, Edson Barrus integra também o 27o Panorama de Arte Brasileira, exibido no Museu de Arte Moderna (MAM), na capital paulista. Lançando um olhar sobre feridas históricas malcicatrizadas e situações delicadas do cotidiano brasileiro, o artista debate o ambiente, às vezes misterioso, no qual a arte contemporânea nacional desenvolve-se.

Obras 1

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Exposições 30

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Fontes de pesquisa 8

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