Ordenação

Tipo de Verbete

Filtros

Áreas de Expressão
Artes Visuais
Cinema
Dança
Literatura
Música
Teatro

Período

Temas


Enciclopédia Itaú Cultural
Artes visuais

Ricardo Homen

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 10.04.2018
1961 Brasil / Minas Gerais / Belo Horizonte

Sem Título, 1990
Ricardo Homen
Pigmento e colagem sobre papel
100,00 cm x 170,00 cm

Ricardo Luiz Homen (Belo Horizonte MG 1961). Pintor, desenhista. Já participa de exposições coletivas quando frequenta, em 1984, o curso de artes plásticas na Escola Guignard. Apresenta suas obras em exposições coletivas em diversas cidades - São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte, Recife, Belém e Salvador. Em sua trajetória, destac...

Texto

Abrir módulo

Biografia
Ricardo Luiz Homen (Belo Horizonte MG 1961). Pintor, desenhista. Já participa de exposições coletivas quando frequenta, em 1984, o curso de artes plásticas na Escola Guignard. Apresenta suas obras em exposições coletivas em diversas cidades - São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte, Recife, Belém e Salvador. Em sua trajetória, destacam-se a participação no Panorama do Desenho Atual, em 1990, no Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP, e três exposições individuais no Centro Cultural São Paulo - CCSP, em 1990, 1997 e 2003. Em Belo Horizonte, apresenta obras suas na mostra BR/80 Pintura Brasil Década 80, no Instituto Itaú Cultural, em 1991. Expõe no Museu de Arte da Pampulha - MAP, em 1990, na coletiva Poética do Acaso, e em 2004, na mostra Obra Colecionada: 1943-2003. Sua primeira mostra individual é de 1989, na Galeria Macunaíma - Funarte, Rio de Janeiro. Desde então, expõe individualmente em inúmeras ocasiões.

Comentário Crítico
As construções de papel que Ricardo Homen realiza entre o fim da década de 1980 e o início dos anos 1990 reforçam uma tendência bastante praticada no período, o interesse pela questão da materialidade. Como aponta o crítico Márcio Sampaio, depois de experiências com o papel dobrado e colado, reforçando uma trama ou grade que impunha um programa à matéria e à cor, Homen passa a produzir sobre extensos suportes de papel séries de colunas torcidas que se aproximam de um barroco denso. Seus quadros, iluminados por fragmentos de papel de seda e cores incomuns, constroem o espaço em camadas superpostas que se acumulam, se destroem e se reconstroem, até o momento em que matéria e imagem encontram um ponto de equilíbrio.

A partir de meados da década de 1990, Homen produz objetos lançando mão de outra gama de materiais, como tripa animal e fibra de vidro. Em 2002, participa de mostra coletiva em homenagem a Amilcar de Castro, com trabalhos feitos com pigmento e nanquim, sobre os quais a pesquisadora Taísa Helena Palhares comenta: "Analisando-os, temos a impressão de que os limites razoavelmente determinados entre as massas contrastantes estão sob contínua pressão. A natureza convulsiva dessas cores quentes não para de vibrar; infiltra-se na massa escura abrindo fendas que transportam energia para esses campos monótonos, como na intenção de retirá-los de sua horizontalidade pesada. Porém, estes últimos não cedem facilmente; sua viscosidade apresenta certo estorvo que retém por um momento a total infiltração da luz".

Obras 2

Abrir módulo

Exposições 41

Abrir módulo

Fontes de pesquisa 6

Abrir módulo
  • CAMINHOS da liberdade: bicentenário da Inconfidência Mineira e centenário da República. Apresentação de Fernando Soares Paz e Olívio Tavares de Araújo. Belo Horizonte: Secretaria de Estado da Cultura, 1989.
  • FESTIVAL LATINO-AMERICANO DE ARTE E CULTURA, 2. , Brasília, 1989. Novos valores da arte latino-americana/Brasil. Apresentação de Célia Corsino. Texto de Olívio Tavares de Araújo. Brasília: Museu de Arte de Brasília, 1989.
  • SALÃO BAIANO DE ARTES PLÁSTICAS, 1. , 1988, Salvador, BA. Primeiro Salão Baiano de Artes Plásticas. Salvador: Fundação Cultural do Estado da Bahia, 1988.
  • SALÃO NACIONAL DE ARTE, 18. , Belo Horizonte, 1986. Catálogo. Apresentação de Márcio Cunha e Geraldo Magalhães. Belo Horizonte: Museu de Arte, 1986.
  • SALÃO NACIONAL DE ARTES PLÁSTICAS, 10. , 1988, Rio de Janeiro, RJ. 10º Salão Nacional de Artes Plásticas. Rio de Janeiro: Funarte, 1988.
  • SALÃO PAULISTA DE ARTE CONTEMPORÂNEA, 5., 1987, São Paulo, SP. 5º Salão Paulista de Arte Contemporânea. São Paulo: Secretaria de Estado da Cultura, 1987.

Como citar

Abrir módulo

Para citar a Enciclopédia Itaú Cultural como fonte de sua pesquisa utilize o modelo abaixo: