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Enciclopédia Itaú Cultural
Artes visuais

Amilcar de Castro

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 26.09.2018
08.06.1920 Brasil / Minas Gerais / Paraisópolis
21.11.2002 Brasil / Minas Gerais / Belo Horizonte
Registro fotográfico Romulo Fialdini

Sem Título, 1980
Amilcar de Castro
Aço

Amilcar Augusto Pereira de Castro (Paraisópolis, Minas Gerais,1920 - Belo Horizonte, Minas Gerais, 2002). Escultor, gravador, desenhista, diagramador, cenógrafo, professor. Muda-se com a família para Belo Horizonte em 1935, e estuda na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), de 1941 a 1945. A partir de 1944, frequent...

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Biografia

Amilcar Augusto Pereira de Castro (Paraisópolis, Minas Gerais,1920 - Belo Horizonte, Minas Gerais, 2002). Escultor, gravador, desenhista, diagramador, cenógrafo, professor. Muda-se com a família para Belo Horizonte em 1935, e estuda na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), de 1941 a 1945. A partir de 1944, frequenta curso livre de desenho e pintura com Guignard (1896 - 1962), na Escola de Belas Artes de Belo Horizonte, e estuda escultura figurativa com Franz Weissmann (1911 - 2005). No fim da década de 1940, assume alguns cargos públicos, que logo abandona, assim como a carreira de advogado. Paralelamente, em seus trabalhos, dá-se a passagem do desenho para a tridimensionalidade. Em 1952, muda-se para o Rio de Janeiro e trabalha como diagramador em diversos periódicos, destacando-se a reforma gráfica que realizou no Jornal do Brasil. Depois de entrar em contato com a obra do suíço Max Bill (1908 - 1994), realiza sua primeira escultura construtiva, exposta na 2ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1953. Participa de exposições do grupo concretista, no Rio de Janeiro e em São Paulo, em 1956, e assina o Manifesto Neoconcreto em 1959. No ano seguinte, participa em Zurique da Mostra Internacional de Arte Concreta, organizada por Max Bill. Em 1968, vai para os Estados Unidos, conjugando bolsa de estudo da Guggenheim Memorial Foundation com o prêmio de viagem ao exterior obtido na edição de 1967 do Salão Nacional de Arte Moderna (SNAM). De volta ao Brasil, em 1971, fixa residência em Belo Horizonte. Torna-se professor de composição e escultura da Escola Guignard, na qual trabalha até 1977, inclusive como diretor. Leciona na Faculdade de Belas Artes da UFMG, entre as décadas de 1970 e 1980. Em 1990, aposenta-se da docência e passa a dedicar-se com exclusividade à atividade artística.

Análise

Quando criança, Amilcar de Castro, mora em diversas cidades no interior de Minas Gerais. Filho de desembargador, instala-se com a família em Belo Horizonte, aos 14 anos. Em 1941, ingressa na Faculdade de Direito. No terceiro ano da faculdade, freqüenta o curso de desenho e pintura de Guignard, com quem aprende a usar o lápis duro, que deixa sulcos no papel, o que exige firmeza no traço. Na Escola de Arquitetura e Belas Artes, cursa escultura com o então artista figurativo Franz Weissmann, que se tornaria mais tarde seu colega no movimento neoconcreto. Forma-se em direito, trabalha como advogado por pouco tempo, e assume cargos públicos, que logo abandona. No fim dos anos de 1940, os desenhos de paisagens de Ouro Preto tendem para a abstração assim como a escultura. Em 1952, depois de se casar, muda-se para o Rio de Janeiro e trabalha como diagramador nas revistas A Cigarra e Manchete.

A conferência do artista suíço Max Bill (1908 - 1994), principal divulgador da arte concreta na América Latina, a que assiste no Rio de Janeiro, em 1949, e a premiação desse artista na 1ª Bienal Internacional de São Paulo marcam seu trabalho. A partir de então, aprimora o estudo de desenho e projeta suas peças para posterior realização no espaço. Afasta-se assim definitivamente da escultura figurativa. Expõe sua primeira escultura construtiva, projetada no papel e posteriormente realizada no espaço, em 1953, na 2ª Bienal Internacional de São Paulo, em que há uma forte vontade de ordenação. Em 1956, participa da 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta, com escultura feita de alumínio e ferro com todo o rigor matemático que caracteriza o movimento. No ano seguinte, inicia reforma do projeto gráfico do Jornal do Brasil, marco no design gráfico brasileiro. Em 1959, assina o Manifesto Neoconcreto com Ferreira Gullar (1930), Franz Weissmann, Lygia Pape (1927 - 2004), Lygia Clark (1920 - 1988), entre outros, e participa de exposições do grupo. Em sua escultura, em vez de adicionar ou subtrair matéria, parte de um plano (circular, retangular, quadrado etc.) que é cortado e dobrado, formando um objeto tridimensional articulado por intenso diálogo com o espaço. Sem fragmentar a matéria, a separação provocada pelos cortes e dobras mantém a unidade interna da escultura. A ausência da solda, o que lhe daria um caráter artificial, e a resistência do ferro à ação do homem, devido à espessura das placas, convivem com a presença do tempo que o encardido da ferrugem explicita. Se os concretistas, principalmente Max Bill, partem de uma idéia e sublimam a matéria de que é feita a escultura, Amilcar de Castro mantém sua ligação com o solo e com a natureza. Segundo o historiador Rodrigo Naves, "nessas esculturas as Minas Gerais vão muito além de um localismo geográfico e anedótico. Algo do esforço insano de extrair riqueza do solo permanece nelas".

Nos anos 1960, faz diagramação para os jornais Diário Carioca, Última Hora, Estado de Minas e Diário de Minas. Em 1968, depois de ganhar bolsa da Fundação Guggenheim, transfere-se com a esposa e os filhos para os Estados Unidos, onde realiza algumas esculturas que partem de anéis, chapas e fios de aço. Essas peças, às quais não dará seqüência, possuem diferentes pontos de equilíbrio no solo. De volta ao Brasil em 1971, após breve passagem pelo Rio de Janeiro, fixa-se em Belo Horizonte. Em 1973, ministra aulas na Fundação de Arte de Ouro Preto e em seguida se torna professor de escultura e composição da Escola Guignard, da qual se tornaria diretor. Durante a década de 1970 e 1980, leciona na Faculdade de Belas Artes da UFMG. Nesse período, retoma intensamente o desenho e dá continuidade à escultura anterior ao período americano. Em seus desenhos - ligados profundamente ao trabalho escultórico e à litografia que desenvolve nos anos 1990 - seu gesto se acentua. Alguns permitem diversas posições e configurações, o artista inclusive assina em vários lados. A organização do espaço surge neles sem um projeto anterior, como se pode ver na fluidez do seu gesto e do rastro da pincelada. Em parte de suas últimas esculturas, não realiza dobras, mas apenas cortes em espessas paredes de ferro que deixam a luz passar. Em algumas, liberta um sólido móvel, mas resguarda a unidade que o corte a princípio teria desfeito. É a sutil justaposição desse sólido ao plano que mantém a possibilidade de sua integração ao todo. Em 1990, aposenta-se pela Faculdade de Belas Artes e se dedica até o fim da vida à atividade artística.

Em 1999 apresenta trabalhos novos em exposição realizada no Centro de Arte Hélio Oiticica, no Rio de Janeiro em que respeita o limite de resistência das lajes do histórico edifício. Ao lado do prédio, na praça Tiradentes, expõe um conjunto de peças monumentais. Em suas últimas esculturas, afastado da ortodoxia construtiva, não parte de figuras geométricas regulares que caracterizou um período de sua produção.

Há muito tempo fora da base, suas obras se estendem horizontalmente no solo e dialogam com a paisagem. Num percurso de cerca de cinco décadas, Amilcar de Castro experimenta infinitas possibilidades do plano. Resistente ao excesso de racionalismo, suas dobras tornam a geometria maleável e mais humana.

Obras 97

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Registro fotográfico Sérgio Guerini/Itaú Cultural

Carranca

Ferro recortado
Reprodução fotográfica Sérgio Guerini

Coluna

Aço sac 41
Reprodução fotográfica Romulo Fialdini

Sem Título

Aço sac 41

Exposições 398

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Feiras de arte 1

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Mídias (1)

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Amilcar de Castro - Enciclopédia Itaú Cultural
“Gosto do que é simples, o mais direto. Não só na escultura, como em tudo”, diz o mineiro Amilcar de Castro, que leva sua objetividade quase matemática para obras com formas geométricas tridimensionais, feitas principalmente em chapas de ferro retorcidas e dobradas, sem solda, para manter sua estrutura. Essas obras chegam a ter 8 metros de diâmetro e 24 toneladas, caso de um projeto para o antigo bairro Hellersdorf, na extinta Berlim Oriental, que começou de um desenho em preto e branco, como tudo o que o artista produz: “para mim, o desenho é só um exercício gráfico”, explica. Castro começou figurativo, produzindo cabeças, mãos e dorsos em materiais como arame, gesso e barro, para depois passar para a arte abstrata e gráfica, utilizando inicialmente o cobre e, depois, as chapas de ferro: “Gosto do ferro, da cor do ferro, é fácil de trabalhar, não há mistério”, conta.

Produção: Documenta Vídeo Brasil
Captação, edição e legendagem: Sacisamba
Intérprete: Carolina Fomin (terceirizada)
Locução: Júlio de Paula (terceirizado)

Fontes de pesquisa 53

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  • 10 escultores. São Paulo: Gabinete de Arte Raquel Arnaud, 1989. [12] p., il. p&b.
  • 10 escultores. São Paulo: Gabinete de Arte Raquel Arnaud, 1989. [12] p., il. p&b. SPgara 1989
  • 4X minas. Rio de Janeiro: MAM, 1993. 48 p., il. color. CAT-G RJmam 1993/q
  • 4X minas. Texto Marcus de Lontra Costa, Angelo Oswaldo, Philippe Cyroulnik, Ferreira Gullar, Roberto Pontual, Márcio Sampaio; produção Marisa Guimarães; tradução Maurício Fernandes. Rio de Janeiro: MAM, 1993. 48 p., il. color.
  • AMARAL, Aracy (org.). Arte construtiva no Brasil - Constructive art in Brazil. Tradução Izabel Murat Burbridge. São Paulo: Companhia Gráfica Melhoramentos: DBA Artes Gráficas, 1998. (Coleção Adolpho Leirner).
  • AMARAL, Aracy (org.). Arte construtiva no Brasil - Constructive art in Brazil. Tradução Izabel Murat Burbridge. São Paulo: Companhia Gráfica Melhoramentos: DBA Artes Gráficas, 1998. (Coleção Adolpho Leirner). 709.04057 A786
  • AMARAL, Aracy (org.). Projeto Construtivo Brasileiro na arte (1950-1962). Rio de Janeiro: Museu de Arte Moderna; São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, 1977.
  • AMARAL, Aracy (org.). Projeto Construtivo Brasileiro na arte (1950-1962). Rio de Janeiro: Museu de Arte Moderna; São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, 1977. 709.8104 M986p
  • AMARAL, Aracy et al. Modernidade: arte brasileira do século XX. São Paulo: MAM; Paris: Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris, 1988.
  • AMARAL, Aracy et al. Modernidade: arte brasileira do século XX. São Paulo: MAM; Paris: Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris, 1988. SPmam 1988
  • AMILCAR de Castro: corte e dobra. Texto Tadeu Chiarelli. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. 188 p., il. color.
  • AMILCAR de Castro: corte e dobra. Texto Tadeu Chiarelli. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. 188 p., il. color. ISBN 85-7503-273-9. 730.981 C3552c
  • ARTE no Brasil. São Paulo: Abril Cultural, 1979.
  • ARTE no Brasil. São Paulo: Abril Cultural, 1979. 709.81 A163ar v.1
  • ARTISTAS brasileiros na 20ª Bienal Internacional de São Paulo. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 1989.
  • ARTISTAS brasileiros na 20ª Bienal Internacional de São Paulo. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 1989. SPfb 1989
  • BIENAL INTERNACIONAL DE SÃO PAULO, 20., 1989, São Paulo, SP. Catálogo geral. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 1989. v. 1.
  • BIENAL INTERNACIONAL DE SÃO PAULO, 20., 1989, São Paulo, SP. Catálogo geral. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 1989. v. 1. 700 BI588sp 20/1989 v.1
  • BRITO, Ronaldo. Neoconcretismo: vértice e ruptura do projeto construtivo brasileiro. Tradução Lia Wyler. Rio de Janeiro: Funarte, 1985. (Temas e debates, 4).
  • BRITO, Ronaldo. Neoconcretismo: vértice e ruptura do projeto construtivo brasileiro. Tradução Lia Wyler. Rio de Janeiro: Funarte, 1985. (Temas e debates, 4). 709.8104 Br862n
  • CASTRO, Amilcar de. Amilcar de CASTRO : depoimentos. Belo Horizonte: C/Arte, 1999. 95 p., il. color. (Circuito atelier, 5). ISBN 85-87073-12-5. 707 C3552p
  • CASTRO, Amilcar de. Amilcar de CASTRO. Rio de Janeiro: Centro de Arte Hélio Oiticica, 1999. 52 p., 37 il. p&b. color. ISBN 85-86675-08-3. CAT-G C3552a 1999
  • CASTRO, Amilcar de. Amilcar de Castro. Apresentação Helena Severo, Walter Nunes de Vasconcelos Junior, Vanda Mangia Klabin; texto Ronaldo Brito, Amilcar de Castro; curadoria Ronaldo Brito; fotografia Cassio Vasconcellos, Eduard Krajewski, Eduardo Eckenfels, Elizabeth Jobim, Romulo Fialdini, Vanda Mangia Klabin; edição Ronaldo Brito, Vanda Mangia Klabin, Sula Danowski; tradução Paulo Henriques Britto. Rio de Janeiro: Centro de Arte Hélio Oiticica, 1999. 52 p., 37 il. p&b. color.
  • CASTRO, Amilcar de. Amilcar de Castro. Goiânia: Fundação Jaime Câmara, 1998. [16 p.], il. color. C3552a 1998
  • CASTRO, Amilcar de. Amilcar de Castro. Rio de Janeiro: Galeria Paulo Klabin, [198 -?]. [8 p.], il. p&b. C3552 [198-?]
  • CASTRO, Amilcar de. Amilcar de Castro. São Paulo: Galeria de Arte Paulo Vasconcelos, 1988. [8] p., il. p&b. C3552 1988
  • CASTRO, Amilcar de. Amilcar de Castro: depoimentos. Belo Horizonte: C/Arte, 1999. 95 p., il. color. (Circuito atelier, 5).
  • CASTRO, Amilcar de. Amílcar de Castro. São Paulo: Gabinete de Arte Raquel Arnaud, 1989. 1 folha dobrada, 1 il. color. Não catalogado
  • DEZ artistas mineiros. São Paulo: MAC/USP, 1984. [12] p., il. p&b.
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  • GRAVURA: arte brasileira do século XX. São Paulo: Itaú Cultural: Cosac & Naify, 2000.
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  • GULLAR, Ferreira (et. al). 150 anos de pintura no Brasil: 1820-1970. Rio de Janeiro: Colorama, 1989. R703.0981 P818d
  • LEIRNER, Sheila; WILDER, Gabriela Suzana (Curad.). Em busca da essência: elementos de redução na arte brasileira. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 1987.
  • LEIRNER, Sheila; WILDER, Gabriela Suzana (Curad.). Em busca da essência: elementos de redução na arte brasileira. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 1987. SPfb 1987
  • LOUZADA, Maria Alice do Amaral. Artes plásticas Brasil 1995: seu mercado, seus leilões. São Paulo: Júlio Louzada, 1995. v. 7. R702.9 L895a v.7
  • LOUZADA, Maria Alice do Amaral. Artes plásticas Brasil 1999. São Paulo: Júlio Louzada, 1999. v. 11. R702.9 L895a v. 11
  • NAVES, Rodrigo. A Forma difícil : ensaios sobre arte brasileira. São Paulo: Ática, 1996. 285 p., il. color. ISBN 85-08-06122-6. 709.81 N323f
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  • PERFIL da Coleção Itaú. Curadoria Stella Teixeira de Barros. São Paulo: Itaú Cultural, 1998. IC 708 P438 1998
  • PONTUAL, Roberto. Arte/ Brasil/ hoje: 50 anos depois. São Paulo: Collectio, 1973.
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  • PONTUAL, Roberto. Entre dois séculos: arte brasileira do século XX na coleção Gilberto Chateaubriand. Rio de Janeiro: Edições Jornal do Brasil, 1987.
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  • PRECISÃO: Amilcar de Castro, Eduardo Sued, Waltercio Caldas. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 1994. 79 p., il. p.b. color. CAT-G RJccbb 1994
  • PRECISÃO: Amilcar de Castro, Eduardo Sued, Waltercio Caldas. Traducao Alita Kraiser. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 1994. 79 p., il. p.b. color.
  • RIBEIRO, Marília Andrés (org.); SILVA, Fernando Pedro da (org.). Um século de história das artes plásticas em Belo Horizonte. Belo Horizonte: C/Arte, 1997. (Centenário). 709.8151 S446
  • TASSINARI, Alberto (org.). Amilcar de Castro. Versão em inglês Oswaldo S. Costa. São Paulo: Tangente, 1991. (Goeldi).
  • TASSINARI, Alberto (org.). Amilcar de Castro. Versão em inglês Oswaldo S. Costa. São Paulo: Tangente, 1991. (Goeldi). 730.981 C3552t
  • TRIDIMENSIONALIDADE: arte brasileira do século XX. São Paulo: Itaú Cultural: Cosac & Naify, 1999.
  • TRIDIMENSIONALIDADE: arte brasileira do século XX. São Paulo: Itaú Cultural: Cosac & Naify, 1999. IC 730.981 T824
  • ZANINI, Walter (org.). História geral da arte no Brasil. São Paulo: Fundação Djalma Guimarães: Instituto Walther Moreira Salles, 1983. v. 1.
  • ZANINI, Walter (org.). História geral da arte no Brasil. São Paulo: Fundação Djalma Guimarães: Instituto Walther Moreira Salles, 1983. v. 1. 709.81 H673 v.2

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