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Enciclopédia Itaú Cultural
Literatura

Frei Caneca

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 22.06.2015
20.08.1779 Brasil / Pernambuco / Recife
13.01.1825 Brasil / Pernambuco / Recife
Joaquim do Amor Divino Rabelo e Caneca (Recife PE 1779 - idem 1825). Torna-se frei da ordem carmelita, no Convento de Nossa Senhora do Carmo, em 1796. Produz, entre 1796 e 1817 o Tratado de Eloquência, entre outros, no Recife PE. Em 1981 passa a integrar a Academia do Paraíso, centro de instrução e difusão das idéias liberais, constituída pelos ...

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Biografia
Joaquim do Amor Divino Rabelo e Caneca (Recife PE 1779 - idem 1825). Torna-se frei da ordem carmelita, no Convento de Nossa Senhora do Carmo, em 1796. Produz, entre 1796 e 1817 o Tratado de Eloquência, entre outros, no Recife PE. Em 1981 passa a integrar a Academia do Paraíso, centro de instrução e difusão das idéias liberais, constituída pelos padres Arruda Câmara e João Ribeiro Pessoa. Entre 1817 e 1823  traduz o texto francês O Espelho das Mulheres ou a Arte de Realizar, por meio das Graças, os Encantos da Formosura e o texto da Enciclopédia Inglesa, História da Franco-Maçonaria. Participa na Revolução de 1817, movimento republicano pela independência do Brasil, o que lhe custa quatro anos de prisão em Salvador BA. Na prisão, atua professor do "povo rude e que não tem aplicação às letras", redigindo para isso um Breve Compêndio de Gramática Portuguesa. Em 1824 participa na Confederação do Equador, e é condenado à morte. Entre 1875 e 1876 ocorre a publicação póstuma das Obras Políticas e Literárias de Frei do Amor Divino Caneca, organizadas por Antonio Joaquim de Melo. Para o crítico José Guilherme Merchior, "Frei Caneca, carmelita do Recife, líder e mártir da Confederação do Equador, tribuno do separatismo nortista, é um mestre da verrina, um artista da catilinária violenta, que tanto injuria os 'corcundas' - os partidários da recolonização - quanto os moderados como Hipólito. Sua linguagem elétrica e sarcástica não tem maiores vôos teóricos, mas é o ancestral perfeito de toda a prosa panfletária nacional".

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