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Enciclopédia Itaú Cultural
Artes visuais

Terezinha Veloso

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 03.10.2019
1936 Brasil / Minas Gerais / Espinosa
2003 Brasil / Minas Gerais / Belo Horizonte
Maria Tereza Veloso Apocalypse (Espinosa, Minas Gerais, 1936 – Belo Horizonte, Minas Gerais, 2003). Artista plástica, artista bonequeira, professora de artes e escultora. Em 1963, forma-se na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da qual se torna professora titular em 1976, lecionando a disciplina cor. Estuda comp...

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Maria Tereza Veloso Apocalypse (Espinosa, Minas Gerais, 1936 – Belo Horizonte, Minas Gerais, 2003). Artista plástica, artista bonequeira, professora de artes e escultora. Em 1963, forma-se na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da qual se torna professora titular em 1976, lecionando a disciplina cor. Estuda composição com Fayga Ostrower (1920-2001) e escultura com Wilde Lacerda (1929-1996). Ocupa por duas vezes o cargo de chefe do Departamento de Artes Plásticas da UFMG e também assume, na Associação Mineira de Artistas Plásticos, a chefia do Departamento de Imprensa. 

Como escultora, utiliza em suas obras chapas e pequenas peças de ferro fundidas com fogo. Como pintora e desenhista, integra exposições nacionais e internacionais dos anos de 1961 a 2001. Dentre elas, destacam-se a exposição de artistas contemporâneos brasileiros em Lagos, Nigéria, em 1963, promovida pela diplomacia brasileira, e a exposição de artistas estrangeiros em Paris, França, em 1970, quando recebe o prêmio de desenho. Sua permanência em Paris é resultado do prêmio recebido no 1° Salão de Arte Universitária de Belo Horizonte, que  concede, em 1968, uma bolsa de estudos oferecida pelo governo francês. Seu marido, Álvaro Apocalypse (1937-2003), artista e professor da UFMG, acompanha-a em sua estadia, entre 1969 e 1970. Juntos, frequentam cursos no Museu do Louvre e visitam mostras e exibições de arte. Tomam contato com o teatro de marionetes, manifestação artística conceituada e difundida na França.

Quando retorna ao Brasil, funda com Álvaro e Madu [Maria do Carmo Vivacqua Martins, (1945)], o Giramundo Teatro de Bonecos. O grupo surge em contexto familiar, com o objetivo de divertir crianças e amigos mais próximos, para os quais montam uma peça sobre o conto de fadas A Bela Adormecida

O Giramundo cresce e produz dezenas de espetáculos e milhares de bonecos, tornando-se referência do gênero. O prestígio no universo do espetáculo com bonecos leva-a a lecionar no Institut Internacional de la Marionnette, em Charleville-Mézières, França. No Giramundo, é a principal responsável pela pintura da grande maioria dos bonecos, além de atuar como atriz manipuladora, figurinista, professora e desenvolvedora de projetos.

Espetáculos 2

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Exposições 11

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Fontes de pesquisa 6

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  • APOCALYPSE, Adriana. Clipping Terezinha Veloso. Mensagem eletrônica [e-mail] para Flávio Tonnetti.
  • APOCALYPSE, Beatriz. Currículo de Maria Tereza. Mensagem eletrônica [e-mail] para Flávio Tonnetti.
  • Catálogo de 15 anos de Ponto de Partida - 1995. Não catalogado
  • O GLOBO. Ferro e fogo na reprodução de coisas do tempo e vida. O Globo, Rio de Janeiro, 5 set. 1970.
  • Programa do Espetáculo - Ciranda dos Homems ... Carnaval dos Animais - 1998. Não Catalogado
  • VELOSO, Teresinha. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 7 jun. 1970. Caderno Gente.

Como citar

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Para citar a Enciclopédia Itaú Cultural como fonte de sua pesquisa utilize o modelo abaixo: