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Artes visuais

Cristiano Rennó

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 20.06.2017
04.10.1963 Brasil / Minas Gerais / Belo Horizonte
Cristiano Rennó (Belo Horizonte, Minas Gerais, 1963). Artista visual. Entre 1980 e 1982, é aluno de Amilcar de Castro (1920-2002) no Núcleo Experimental Guignard, em Belo Horizonte. Em 1986, forma-se em desenho industrial pela Fundação Universidade Mineira de Arte (Fuma), também na capital mineira. Integra o projeto Imagem Pública, premiado na 2...

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Biografia

Cristiano Rennó (Belo Horizonte, Minas Gerais, 1963). Artista visual. Entre 1980 e 1982, é aluno de Amilcar de Castro (1920-2002) no Núcleo Experimental Guignard, em Belo Horizonte. Em 1986, forma-se em desenho industrial pela Fundação Universidade Mineira de Arte (Fuma), também na capital mineira. Integra o projeto Imagem Pública, premiado na 2ª Concorrência Fiat em 1989. Participa de diversos salões, como o Salão Nacional de Arte da Prefeitura de Belo Horizonte (1981, 1988, 1989), e o Salão Nacional de Artes Plásticas da Fundação Nacional de Arte (Funarte), no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ) (1981). Integra diversas mostras coletivas em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.

Análise

No início da década de 1980, Cristiano Rennó estuda com Amilcar de Castro (1920-2002) no Núcleo experimental Guignard, em Belo Horizonte. Uma das características da obra de Rennó, não por acaso, será a investigação acerca da vontade de ordenação. Exemplo disso é a instalação apresentada no Panorama da Arte Brasileira 2005, promovido pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP). Trata-se de quatro pilhas de tecido somando sete folhas cada uma, como os dias de cada fase lunar. A multiplicidade de estampado das folhas repete o mesmo padrão quadriculado: mudam tons e proporções, mas o resultado é sempre igual, ordenado. Porém essas pilhas são por vezes desfeitas, e os tecidos aparecem desorganizados, enrolados uns aos outros no chão do museu, como que à espera de um novo gesto ordenador. A mesma reflexão já está presente em instalação de 2003 intitulada Teia, em que fitas, fios, cordões, plásticos e outros materiais, sempre de cores vivas, estão dispostos no chão de forma caótica. Rennó dá continuidade à pesquisa com Cadernos Xadrezes, instalação de 2005, composta por setenta pedaços de panos xadrezes diferentes de colorido vivo, todos de mesma medida, agrupados em conjuntos de sete unidades sobrepostas e presas à parede, além de sete cobertores de lã espalhados pelo chão da galeria. Já é possível identificar essa exigência de estruturação da obra e do espaço em telas construtivas expostas em  1992, nas quais Rennó lida com a estabilidade do quadrado e somente com as cores primárias: amarelo, azul e vermelho.

Exposições 28

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Fontes de pesquisa 9

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  • A IDENTIDADE virtual, a pedra sabão. Tradução Graciela Ravetti, Sara Rojo. Ouro Preto : Secretaria Municipal de Turismo e Cultura, 1994. il. color. NEMER, José Alberto. Icones da utopia. Texto Olívio Tavares de Araújo; fotografia Rui Cezar dos Santos. Belo Horizonte: Fundação Palácio das Artes, 1992. 87p. il. color.
  • A PROVA dos nove. Belo Horizonte: CEMIG, 1991. 12 p., il. color.
  • ARS brasilis. Apresentação Sergio Bruno Zech Coelho; fotografia Juninho Motta; curadoria Paulo Schmidt; fotografia Miguel Aun; texto Paulo Schmidt. Belo Horizonte: Minas Tênis Clube, 2000. [24] p., il. p&b. color.color.
  • CHÃO e parede. Belo Horizonte : EMBRA, 1994. il. p.b.
  • CONSTRUÇÃO selvagem. Belo Horizonte: Grande Galeria do Palácio das Artes, 1990.
  • COTIDIANO/ARTE: O Objeto Anos 90. Curadoria Lisette Lagnado. São Paulo: Itaú Cultural, 1999. (Eixo Curatorial 1999).
  • PANORAMA da Arte Brasileira, 1995. Curadoria Ivo Mesquita. São Paulo: MAM, 1995. Catálogo de exposição.
  • PROSPECÇÕES: arte nos anos 80 e 90. Curadoria Walter Sebastião. Belo Horizonte: Secretaria de Estado da Cultura, 1997. 1 folha avulsa dobra, 3 il. p.b., color.
  • SALÃO NACIONAL DE ARTES PLÁSTICAS, 4., 1981, Rio de Janeiro, RJ. 4ª Salão Nacional de Artes Plásticas. Rio de Janeiro: Funarte, 1981.

Como citar

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