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Enciclopédia Itaú Cultural
Artes visuais

Bruno Vianna

Por Editores da Enciclopédia Itaú Cultural
Última atualização: 03.10.2022
08.12.1971 Brasil / Rio de Janeiro / Rio de Janeiro
Bruno Caldas Vianna (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1971). Cineasta, artista multimídia, educador. Em 1992, ingressa em engenharia de computação, na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ), mas interrompe o curso em 1996. Nesse ano, conclui a graduação em cinema, pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Entre 1997 e 1999,...

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Bruno Caldas Vianna (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1971). Cineasta, artista multimídia, educador. Em 1992, ingressa em engenharia de computação, na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ), mas interrompe o curso em 1996. Nesse ano, conclui a graduação em cinema, pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Entre 1997 e 1999, realiza o mestrado pelo Interactive Telecommunications Program, da New York University, nos Estados Unidos.

Como cineasta, realiza curtas e longas-metragens. O curta Geraldo Voador (1994) é premiado em dez festivais nacionais e internacionais, incluindo o Festival de Gramado, o Festival de Brasília, o Festival de Santiago (Chile) e o New York Short Film Festival (Estados Unidos). O longa Ressaca (2008) conquista quatro prêmios no Festival de Cinema de Porto Alegre: melhor longa-metragem; melhor longa-metragem pelo júri popular; melhor ator, para João Pedro Zappa (1988); e prêmio da nova crítica.

Em 2000, desenvolve o projeto Palm Poetry, na área de computação portátil da Universitat Pompeu Fabra, em Barcelona, Espanha. A obra Translucid Web é selecionada para o festival Pixilerations, na cidade de Providence, Estados Unidos. Em 2007, exibe o projeto de realidade aumentada Invisíveis, no festival arte.mov. Em 2008, recebe prêmio do festival Memefest por FluidNexus, trabalho realizado em coautoria com Nick Knouf. 

Em 2010, recebe o prêmio Vida 13.0 da Fundación Telefónica, na categoria Incentivos à Produção, por Liquid Satellite Garden, projeto desenvolvido no centro de artes Laboral, em Gijón, na Espanha. É gestor do Nuvem, centro rural de arte e tecnologia. No Rio de Janeiro, atua como educador em Oi Kabum! – Escola de Arte e Tecnologia.

Análise

O trabalho de Bruno Vianna explora a linguagem audiovisual e os meios tecnológicos. O artista dedica parte do trabalho de criação ao desenvolvimento de dispositivos com aplicação artística. O interesse por tecnologia espacial está registrado em Satélite Bolinha (2010), documentário que discute o hackeamento de satélites, ou em Liquid Satellite Garden (2011), instalação em que satélites aparecem como elementos materiais.

A utilização de dispositivos portáteis no campo das artes aparece na obra Palm Poetry (2000). Nesse trabalho, o usuário opera um aplicativo de literatura interativa instalado em um palmtop e acrescenta palavras que, somadas a outras previamente instaladas no dispositivo, dá origem a um texto de caráter poético.

Em experimentações com a linguagem audiovisual, Bruno explora mecanismos de montagem e edição. Em Ressaca (2008), o tempo de rodagem é tematizado formalmente, pois o cineasta faz a montagem ao vivo do filme, manipulando-o enquanto a projeção ocorre. O filme constitui-se como obra aberta e, operado de forma plástica, o cinema aproxima-se da performance, pois permite que a obra a tenha sua narrativa alterada pela modificação do tempo e da ordem das cenas.

Exposições 3

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Mostras audiovisuais 1

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Fontes de pesquisa 6

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