Artigo da seção pessoas Hugo Adami

Hugo Adami

Artigo da seção pessoas
Artes visuais / teatro  
Data de nascimento deHugo Adami: 08-12-1899 Local de nascimento: (Brasil / São Paulo / São Paulo) | Data de morte 12-1999 Local de morte: (Brasil / São Paulo / São Paulo)
Imagem representativa do artigo

Pico da Vitória , ca. 1932 , Hugo Adami
Reprodução fotográfica autoria desconhecida

Biografia
Pílade Francisco Hugo Adami (São Paulo, São Paulo, 1899 - idem, 1999). Pintor, cenógrafo, ator, cantor lírico. Aos doze anos, inicia sua educação em pintura na Escola Profissional Masculina do Brás, à qual dá continuidade, após 1913, no Liceu de Artes e Ofícios, onde é aluno do desenhista e pintor Alfredo Norfini (1867-1944) e do escultor William Zadig (1884-1952). Em 1916, tem aulas com o pintor Georg Elpons (1865-1939), tendo como colegas os pintores Di Cavalcanti (1897-1976) e Tarsila do Amaral (1886-1973). Dedica-se também ao teatro, viajando ao Rio de Janeiro, em 1918, para integrar a Companhia de Teatro Leopoldo Fróes.

Em 1921, Adami participa da primeira exposição coletiva e recebe a medalha de prata no Salão Nacional de Belas Artes. Decidido a desenvolver sua carreira em pintura, retorna a São Paulo, onde estreita relações com participantes do movimento modernista. Em 1922, auxilia na preparação da Semana de Arte Moderna e parte para a Itália, período decisivo para a consolidação de sua carreira. Instalando-se em Florença, Adami entra em contato com artistas como o poeta Berto Ricci (1905-1941) e os pintores Ottone Rosai (1985-1957) e Giorgio De Chirico (1888-1978), amizades responsáveis pela decisão de abandonar a Academia de Belas Artes de Florença para excursionar pelo país, estudando a tradição renascentista italiana. Nesse momento, trava contato decisivo com o grupo do Novecento italiano, e integra, em 1926, a Mostra do grupo novecentista, além de participar de exposições coletivas no país entre 1923 e 1926.

Em 1928, realiza sua primeira exposição individual, na Galeria Arcadas, de São Paulo, que recebe a visita do modernista Mário de Andrade (1893-1945), que dedica textos centrais à fortuna crítica de Adami. Depois de nova estada na Europa entre 1929 e 1932, o artista  colabora com organizações importantes para a consolidação da arte moderna em São Paulo. É o caso da Sociedade Pró-Arte Moderna (Spam), de cuja fundação participa, e do Clube dos Artistas Modernos (CAM), no qual atua na peça Bailado do Deus Morto (1933), de Flávio de Carvalho (1899-1973), e expõe no primeiro Salão Paulista de Belas Artes. Trabalha na produção do cenário do filme Favela dos meus amores (1934), de Humberto Mauro (1897-1973) e, dois anos depois, recebe a medalha de ouro do 4o Salão Paulista de Belas Artes. Em 1937, participa da primeira exposição da Família Artística Paulista (FAP), ao lado de artistas como Aldo Bonadei (1906-1974) e Alfredo Volpi (1896-1988), com quem mantém contato próximo.

Entre 1937 e 1940, participa de salões e realiza decorações para eventos de carnaval ao longo da década de 1940. Em 1945, abandona a pintura. Retorna à São Paulo em 1964 e, onze anos mais tarde, em 1975, inicia nova fase de produção como pintor que dura até 1996. 

Análise
Na primeira fase da produção de Hugo Adami, realizada até sua primeira viagem à Europa, em 1922, encontram-se os traços básicos do estilo que desenvolve até o fim de suas atividades artísticas. Segundo a historiadora Ivana Soares Paim (1970), essa obra inicial é marcada por elemento herdados dos professores Norfini e Elpons.

Do primeiro, Adami recebe ecos da pintura dos macchiaioli italianos, da segunda metade do século XIX: o compromisso com a observação direta da natureza e trato peculiar com os efeitos de luz, alcançados com a disposição de massas de cor. No segundo, o pintor paulista encontra outro influxo naturalista, atualizado por elementos da pintura moderna, como a pincelada inovadora de Van Gogh (1853-1890) e as questões materiais da cor. Esse primeiro período formativo anuncia, de um lado, a escolha da representação naturalista, de outro, a busca de um tratamento pictórico que leva ao primeiro plano os valores plásticos da pintura. Esses valores plásticos são os elementos por meio dos quais Adami desenvolve os gêneros paisagem, natureza-morta e retrato dali em diante.

A consolidação do estilo de Adami se dá na Europa, a partir de 1922, quando entra em contato com suas influências mais marcantes, a tradição renascentista representada por Masaccio (1401-1428), Paul Cézanne (1839-1906) e o grupo Novecento, tanto em termos da atmosfera geral do movimento quanto nos estilos particulares de pintores como Giorgio Morandi (1890-1964) e De Chirico. As paisagens toscanas que produz nesse período são exemplares dos contornos gerais da produção que realiza até fins da década de 1930. Nelas, desenvolve o apuro técnico e compositivo e aproxima-se da íntima observação da natureza e da plasticidade novecentista. Nesses trabalhos nota-se ainda a aproximação à corrente neocezanniana, com uma geometrização filtrada por certa sobriedade e comedimento clássico.

            Datam dessa época as naturezas-mortas que levam o crítico Mário Barata (1921-2007) a afirmar que “a maior contribuição de Adami ao vocabulário de nossa arte moderna” seria “a introdução de um novo tipo de natureza morta, com expressiva qualidade, na arte brasileira”. De fato, em pinturas como Cebolas (1926), ou Lagosta (1923-26), nota-se a  “ampliação concentrada do volume” que, como sugere o crítico, isola e dá ênfase a cada forma”. Nelas, assim como em Autorretrato (1923), é possível observar certa tatilidade plástica, ao lado de uma estruturação do espaço e uma produção de profundidade e volume fundadas em gradações tonais e combinações de luz e sombra. Outros trabalhos, como Natureza-Morta com Lagosta, da década de 1930 e, sobretudo, As Artes (1925), atestam a presença da pintura metafísica de De Chirico no imaginário do artista. Nessas telas, a observação do real e o registro dividem espaço com objetos e fragmentos de paisagem insólitos, carregados do simbolismo típico de Chirico, que liga a arte às questões do tempo e da suprarrealidade.

            Exibidas na exposição de Adami de 1928, em São Paulo, e na do ano seguinte, no Rio de Janeiro, muitas dessas paisagens toscanas e naturezas-mortas têm papel central para a constituição do significado da obra do artista para a crítica. Como lembra o crítico Tadeu Chiarelli (1956), Mário de Andrade identifica nesses trabalhos a realização do chamado Retorno à Ordem. Sob este nome, identifica-se a tendência disseminada no período entreguerras, o Novecento incluso, de assimilação das conquistas vanguardistas em nova chave, pautada por sua conformação a sistemas de normas para a produção artística. Para o programa modernista de Andrade, preocupado em conciliar a atualização da linguagem plástica brasileira com a construção de uma identidade nacional na arte, a pintura de Adami apresenta-se como um modelo possível para a linguagem plástica nacional, embora nesse momento não trabalhe com símbolos de brasilidade. Andrade apreende o sentido que o Retorno à Ordem poderia ter para a arte moderna brasileira e ressalta sua duplicidade. Se, por um lado, “É incontestável que ele [Adami] se filia a essa tendência universal e de todos tempos que procura criar reproduzindo o fato objetivo”, pensa Andrade, por outro, em uma natureza-morta de Adami, por exemplo, o artista “assassinou a natureza. O que está vivendo é o quadro como objeto plástico e nada mais”.

            Posteriormente, Adami incorpora temas da realidade brasileira. Em contato com artistas modernistas no Brasil dos anos 1930, realiza telas como Fábrica (1934) e Fugitivo (1934). Nestas, é interessante a convivência da temática social e certa transfiguração que traz ressonâncias da metafísica de De Chirico, como no fundo laranja vibrante que parece interromper o sono do fugitivo em meio a um ambiente onírico. Ao mesmo tempo, diante de paisagens desse período, como Pico da Vitória (1932), é possível notar a necessidade de adaptação ao Brasil do estilo paisagístico cultivado por Adami na Itália, cuja geometrização cede passo a uma atração pela sensualidade das formas orgânicas.

            Sua relação com a pintura sofre mudanças mais radicais, na década de 1940. De acordo com depoimentos do próprio artista, um conflito se instala em seu pensamento artístico diante da disseminação da pintura não-figurativa no Brasil. Segundo Ivana Soares Paim, no fim da década de 1940, o artista é um forte crítico da “contaminação cubista sofrida por seus colegas”, que leva à diluição de suas linguagens singulares. Desde a década anterior, revisa seus princípios realistas. Interrompendo sua atividade como pintor durante três décadas, retorna à pintura em busca de uma forma menos dependente dos preceitos naturalistas, alcançando uma transformação no tratamento da cor. É o que se nota na reunião de 35 pinturas da década de 1990, expostas em 1993, em São Paulo, nas quais a exploração de uma paleta mais livre e incursões mais experimentais com luz e cor insinuam-se lado a lado com o olhar realista de Hugo Adami.

Outras informações de Hugo Adami:

  • Outros nomes
    • Pílade Francisco Hugo Adami
    • H A
    • H. Adami
    • Pilade Francisco Hugo Adami
  • Habilidades
    • cantor lírico
    • pintor
    • ator
    • cenógrafo

Obras de Hugo Adami: (12) obras disponíveis:

Título da obra: As Artes

Artigo da seção obras
Temas da obra: Artes visuais  
Data de criaçãoAs Artes : ca. 1925
Autores da obra:
Imagem representativa da obra
Legenda da imagem representativa:

Reprodução fotográfica autoria desconhecida

Título da obra: Cebolas

Artigo da seção obras
Temas da obra: Artes visuais  
Data de criaçãoCebolas : ca. 1926
Autores da obra:
Imagem representativa da obra
Legenda da imagem representativa:

Reprodução fotográfica Claudio Pulhesi

Título da obra: Fábrica

Artigo da seção obras
Temas da obra: Artes visuais  
Data de criaçãoFábrica : ca. 1930
Autores da obra:
Imagem representativa da obra
Legenda da imagem representativa:

Reprodução fotográfica autoria desconhecida

Exposições (43)

Todas as exposições

Eventos relacionados (1)

Fontes de pesquisa (35)

  • 100 obras- primas da Coleção Mário de Andrade: pintura e escultura. São Paulo: IEB, 1993. 24 p., il. p.b. SPieb 1993/c
  • ALMEIDA, Paulo Mendes de. De Anita ao museu. São Paulo: Perspectiva : Diâmetros Empreendimentos, 1976. 241 p., il. p&b. (Debates, 133). 709.8104 A447d
  • ALMEIDA, Paulo Mendes de. De Anita ao museu. São Paulo: Perspectiva : Diâmetros Empreendimentos, 1976. 241 p., il. p&b. (Debates, 133).
  • BARDI, Pietro Maria. O modernismo no Brasil. Prefácio Giovanni Lenti; fotografia Romulo Fialdini. São Paulo: Banco Sudameris, 1978. 186 p., il. p&b., color. (Arte e Cultura, 1). 709.8104 B246m 1978
  • CHIARELLI, Tadeu. Pintura não é só beleza: a crítica de arte de Mário de Andrade. Florianópolis: Letras Contemporâneas, 2007.
  • CHIARELLI, Tadeu. Arte internacional brasileira. São Paulo: Lemos, 1999. 311 p., il. color. 709.81 C532a
  • CHIARELLI, Tadeu. Às Margens do modernismo. In: ______. Arte internacional brasileira. São Paulo: Lemos, 1999. 311 p., il. color. pp.47-59
  • MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES (RIO DE JANEIRO, RJ). Arte brasileira século XX: Galeria Eliseu Visconti: pinturas e esculturas. Apresentação Eduardo Fortes de Oliveira; Alcídio Mafra de Souza; caricatura Maria Elizabete Santos Peixoto; fotografia Raul Lima. Rio de Janeiro: MNBA, 1984. 191 p. 708.98153 M986mnba
  • MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES (RIO DE JANEIRO, RJ). Arte brasileira século XX: Galeria Eliseu Visconti: pinturas e esculturas. Apresentação Eduardo Fortes de Oliveira; Alcídio Mafra de Souza; caricatura Maria Elizabete Santos Peixoto; fotografia Raul Lima. Rio de Janeiro: MNBA, 1984. 191 p.
  • ADAMI, Hugo. Exposição de Hugo Adami. Apresentação de Mário Barata. São Paulo: MAM, 1986.
  • ADAMI, Hugo. Hugo Adami: 35 pinturas. São Paulo: Renato Magalhães Gouvêa Escritório de Arte, 1993. , il. p&b color.
  • ADAMI, Hugo. Exposição de Hugo ADAMI . São Paulo: MAM, 1986. , il. p&b color. A198 1986
  • ADAMI, Hugo. Hugo ADAMI : 35 pinturas. São Paulo: Renato Magalhães Gouvêa Escritório de Arte, 1993. [32] p., il. A198 1993
  • ARTE no Brasil. Prefácio Pietro Maria Bardi; introdução Pedro Manuel. São Paulo: Abril Cultural, 1979. 2v.
  • ARTE no Brasil. Prefácio Pietro Maria Bardi; introdução Pedro Manuel. São Paulo: Abril Cultural, 1979. v. 1, 556 p., il. color. 709.81 A163ar v.1
  • AYALA, Walmir. Dicionário de pintores brasileiros. Organização André Seffrin. 2. ed. rev. e ampl. Curitiba: Ed. UFPR, 1997. 428 p. R750.81 A973d 2.ed.
  • AYALA, Walmir. Dicionário de pintores brasileiros. Organização André Seffrin. 2. ed. rev. e ampl. Curitiba: Ed. UFPR, 1997. 428 p.
  • AYALA, Walmir. Dicionário de pintores brasileiros. Rio de Janeiro: Spala, 1992. 2v., 950p. R759.981 A973d v.1
  • BARATA, Mário. Época e visualidade na pintura de Hugo Adami. In: ADAMI, H. Hugo Adami. São Paulo: Museu de Arte Moderna, 1986.
  • BIENAL brasil SÉCULO XX, 1994, São Paulo, SP; AGUILAR, Nelson (Org.). bienal brasil Século XX : catálogo. Apresentação Edemar Cid Ferreira; texto José Roberto Teixeira Leite, Annateresa Fabris, Tadeu Chiarelli, Maria Alice Milliet, Walter Zanini, Agnaldo Farias; curadoria Nelson Aguilar, José Roberto Teixeira Leite, Annateresa Fabris, Tadeu Chiarelli, Maria Alice Milliet, Walter Zanini, Cacilda Teixeira da Costa, Agnaldo Farias; projeto arquitetônico Ronald Cavaliere, José Roberto Graciano, Tereza Mas Santa Creu, Lia Rafael do Santo; produção Romão Veriano da Silva Pereira, Suzanna Sassoun; montagem Guiomar Morelo, Carlos Verna, Renata Vieira da Motta, Paulo de Tarso Gracia, Celso do Prado, Maria Clara Perino, Ricardo Gottlieb Lindenbojm. São Paulo: Fundação bienal de São Paulo, 1994. 516 p., il. color. ISBN 85-85298-02-2. 700 BI588sp Sec.XX
  • CATTANI, Icleia Borsa. Ambiguidades na construção de um ‘gênio brasileiro’. Novos estudos Cebrap, São Paulo, n.79, nov. 2007.
  • CHIARELLI, Tadeu. O círculo se expande: O crítico, o amigo. In: ___________ De Almeida Jr a Almeida Jr: a crítica de arte de Mário de Andrade.  1996. Tese (Doutorado). Departamento de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo - ECA/USP, 1996.
  • CHIARELLI, Tadeu. O círculo se expande: O crítico, o amigo. In: ___________ De Almeida Jr a Almeida Jr: a crítica de arte de Mário de Andrade.  1996. Tese (Doutorado). Departamento de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo - ECA/USP, 1996. Não catalogado
  • LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Artlivre, 1988. 555 p. R759.981 L533d
  • LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Artlivre, 1988. 555 p.
  • LOUZADA, Maria Alice do Amaral; LOUZADA, Júlio. Artes plásticas Brasil 1996: seu mercado, seus leilões. São Paulo: Júlio Louzada, 1996. 922 p. R702.9 L895a v.8
  • MUSEU DE ARTE MODERNA (SÃO PAULO, SP) (org.). Do modernismo à Bienal. Apresentação Luiz Seráphico de Assis Carvalho, Ilsa Kawall Leal Ferreira; comentário Marta Rossetti Batista, Fábio Magalhães, Radhá Abramo. São Paulo: MAM, 1982. 167 p., il. p&b., color.
  • MUSEU DE ARTE MODERNA (SÃO PAULO, SP) (org.). Do modernismo à Bienal. Apresentação Luiz Seráphico de Assis Carvalho, Ilsa Kawall Leal Ferreira; comentário Marta Rossetti Batista, Fábio Magalhães, Radhá Abramo; fotografia Romulo Fialdini, Paulo Vasconcelos. São Paulo: MAM, 1982. 167 p., il. p&b., color. 709.8104 M986d
  • PAIM, Ivana Soares. Por Enxergar Demais: a pintura de Hugo Adami. 185 f. 2002. Dissertação (Mestrado em História da Arte) - Departamento de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo - ECA/USP, São Paulo, 2002. Não catalogado
  • PONTUAL, Roberto. Dicionário das artes plásticas no Brasil. Texto Mário Barata, Lourival Gomes Machado, Carlos Cavalcanti et al. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969. 559 p. R703.0981 P818d
  • PONTUAL, Roberto. Dicionário das artes plásticas no Brasil. Texto Mário Barata, Lourival Gomes Machado, Carlos Cavalcanti et al. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969. 559 p.
  • PONTUAL, Roberto. Entre dois séculos: arte brasileira do século XX na coleção Gilberto Chateaubriand. Rio de Janeiro: Edições Jornal do Brasil, 1987. 585 p. 709.8104 Cg492pr
  • PONTUAL, Roberto. Entre dois séculos: arte brasileira do século XX na coleção Gilberto Chateaubriand. Rio de Janeiro: Edições Jornal do Brasil, 1987. 585 p.
  • ZANINI, Walter (org.). História geral da arte no Brasil. Pesquisa Cacilda Teixeira da Costa, Marília Saboya de Albuquerque. São Paulo: Fundação Djalma Guimarães: Instituto Walther Moreira Salles, 1983. 1106 p. 2v. 709.81 H673 v.1
  • ZANINI, Walter (org.). História geral da arte no Brasil. Pesquisa Cacilda Teixeira da Costa, Marília Saboya de Albuquerque. São Paulo: Fundação Djalma Guimarães: Instituto Walther Moreira Salles, 1983. 1106 p. 2v.

Como citar?

Para citar a Enciclopédia Itaú Cultural como fonte de sua pesquisa utilize o modelo abaixo:

  • HUGO Adami. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2017. Disponível em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa9041/hugo-adami>. Acesso em: 22 de Out. 2017. Verbete da Enciclopédia.
    ISBN: 978-85-7979-060-7