Artigo da seção pessoas Tunga

Tunga

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Artes visuais  
Data de nascimento deTunga: 08-02-1952 Local de nascimento: (Brasil / Pernambuco / Palmares) | Data de morte 06-06-2016 Local de morte: (Brasil / Rio de Janeiro / Rio de Janeiro)
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True Rouge , 1998 , Tunga
Reprodução fotográfica Cordelia Forneau

Biografia
Antonio José de Barros Carvalho e Mello Mourão (Palmares, Pernambuco, 1952 – Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2016). Escultor, desenhista, artista performático. Filho do poeta e escritor Gerardo Melo Mourão (1917-2007), convive desde cedo com a literatura, experiência que marca sua formação. Muda-se para o Rio de Janeiro e, em 1974, conclui curso de Arquitetura e Urbanismo na Universidade Santa Úrsula. No mesmo ano, exibe um conjunto de desenhos em sua primeira mostra individual, sob o título Museu da Masturbação Infantil, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ). Colabora com a revista Malasartes e o jornal independente A Parte do Fogo, ambas de curta duração [1]. Nesse período, participa de mostras no Canadá, Estados Unidos e Itália. Em 1981, integra a 16ª Bienal de São Paulo, onde apresenta a instalação Ão. No ano seguinte, participa da 40ª Bienal de Veneza, Itália. Em outubro de 1985, publica encarte na revista Revirão 2 – Revista da Prática Freudiana, com imagens da performance Xifópagas Capilares (1984) acompanhada da narrativa sobre a origem da obra.  Em 1987, realiza o vídeo Nervo de Prata, em parceria com o artista multimídia Arthur Omar (1948). No mesmo ano, cria uma instalação para a 19ª Bienal de São Paulo, ocupando o vão do Pavilhão Ciccillo Matarazzo. Entre 1989 e 1990, amplia a presença de sua obra no circuito internacional, com mostras individuais em Londres, Chicago, Glasgow e Toronto. Em 1994, participa da 22ª Bienal de São Paulo e da 10ª Bienal de Havana, Cuba, onde exibe Barroco de Lírios. Da viagem a Cuba, surge o livro de artista Barroco de Lírios, publicado em 1997 pela Cosac & Naify. Em comemoração aos dez anos da editora, em 2007 é lançado Tunga, reunião de sete livros de artista. Em 1998, integra a 24ª Bienal de São Paulo e apresenta, pela primeira vez, no Rio de Janeiro, a obra-performance Tereza, parceria com o músico Arnaldo Antunes (1960). Em 2002, realiza a performance Floresta Sopão – Mondrongos Jambo, colaboração com o cineasta Murilo Salles (1950), que registra a obra no documentário És Tu Brasil, exibido na televisão em 2003.

Em 1986, o artista é premiado pelo governo do Rio Grande do Sul, pela exposição realizada no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (Margs). Em 1990, recebe o Prêmio Brasília de Artes Plásticas. Em 1991, conquista o Prêmio Mário Pedrosa da Associação Brasileira de Críticos de Arte (Abca), pela obra Preliminares do Palíndromo Incesto. É um dos primeiros artistas contemporâneos a expor no Museu do Louvre, Paris, com a obra À Luz de Dois Mundos (2005). Em 2012, inaugura espaço dedicado à sua produção, a Galeria Psicoativa, localizada no Instituto Inhotim, na cidade de Brumadinho, Minas Gerais. Suas obras integram importantes acervos de museus nacionais e internacionais.

Análise
Surgida na década de 1970, a obra de Tunga aproxima-se da produção de artistas de diferentes vertentes da arte contemporânea brasileira, como Cildo Meireles (1948), Waltercio Caldas (1946) e José Resende (1945). A relação entre representação, linguagem e realidade, tema-chave para essa geração de artistas, está presente em muitos dos trabalhos de Tunga. Entretanto, corpo e desejo tornam-se componentes ativos da investigação de Tunga, na qual inclui elementos de outras áreas de conhecimento, como Literatura, Filosofia, Psicanálise, Teatro, Matemática, Física e Biologia.

A presença desses componentes é notável na primeira exposição individual, Museu da Masturbação Infantil, na qual expõe conjuntos de desenhos marcados pelo “erotismo mental”: formas que não representam nada de específico, mas cuja tensão sexual pode ser inferida em ambíguas sugestões fálicas ou nos títulos das obras, como Paisagens do Desejo [2]. Essa expressão “erotismo mental”, espécie de atitude reflexiva em torno do desejo humano, é interessante para se pensar a produção de Tunga. Em seus objetos e esculturas, as formas e materiais “copulam em analogias inusitadas”, atualizando a proposta dos surrealistas de que, em seus poemas, as palavras fariam amor. Segundo o crítico inglês Guy Brett (1942), por meio da imersão na matéria e no mundo físico, Tunga estabelece “uma surpreendente e inesperada analogia ou ponto de encontro entre energias ‘esculturais’ e as do corpo humano” [3].

Entre os materiais mais utilizados no início da carreira estão: ferro, aço, latão, lâmpadas, correntes, ímãs, feltro, borracha. A partir da década de 1990, explora materiais mais orgânicos e fluidos, como a gelatina, que recobre os sinos em Cadentes Lácteos (1994), ou a pasta de maquiagem, com a qual sete meninas, que participam da ação Floresta Sopão (2002), recobrem objetos e os próprios corpos.

Na construção de sua obra, Tunga opera no cruzamento entre objeto, performance e texto. Suas esculturas constroem narrativas, das quais os textos são componentes. Além disso, os objetos utilizados em performances figuram como agentes detonadores de processos. Mesmo em espaços expositivos, os objetos assumem dimensão performática, como resíduos ou dejetos de determinada ação deixados no ambiente. O artista nomeia esses objetos de “instaurações”, uma imbricação entre as categorias artísticas de “ação” – pertencente ao universo da performance e do teatro – e “instalação” – objetos montados em espaço expositivo –, de modo a incluí-los como parte da experiência artística.

A relação que os textos de Tunga mantêm com as demais dimensões da obra está exemplificada no encarte da revista Revirão 2, publicado em 1985. Nele, encontram-se fotografias de uma série de trabalhos realizados no início da década de 1980, como Les bijoux de Mme. De Sade (1982); Troféu (1984); Toros, joias de Mme. De Sade (1983), um registro da performance Xifópagas Capilares, fotogramas do filme Ão. As imagens parecem ilustrar pequenos trechos do texto que fecha o encarte. A narrativa apresenta, por um lado, o estilo de relato científico e, por outro, aproxima-se da literatura fantástica latino-americana, como a do escritor argentino Jorge Luis Borges (1899-1986). Ao longo do texto, encontram-se referências que remetem a objetos criados por Tunga, atribuindo-lhes uma origem e produzindo entre eles um vínculo para além da forma. Embora seja difícil estabelecer relação causal entre texto e objetos, é possível afirmar que, ao mesmo tempo em que as peças parecem ter saído de dentro do texto, são elas que alimentam a dinâmica da narrativa. Desse modo, texto e obras configuram um sistema contínuo que suspende os limites entre literatura, performance e objeto, lançando-se no campo especulativo da linguagem.

A noção de sistema contínuo permite compreender que a dimensão simbólica dos objetos de Tunga não conduz à ideia de um todo uniforme, do qual cada peça individual é parte. Antes, cada peça, cada texto e cada ação remetem a uma produção contínua de formas e narrativas, que se prolongam sem possuir princípio ou finalidade evidentes. Vem dessa concepção o interesse do artista pela figura matemática do toro: produto da rotação de um superfície circular em torno de uma circunferência, o toro configura um sistema contínuo. O filme Ão é construído em torno da projeção de um toro imaginário no interior do Túnel Dois Irmãos (atual Túnel Zuzu Angel), no Rio de Janeiro. Essa projeção é acompanhada pela repetição de trecho da música Night and Day, do compositor Cole Porter (1891-1964), cantada por Frank Sinatra (1915-1998), criando a sensação de uma viagem infinita pelo interior de um toro.

Os sistemas contínuos de Tunga possuem, no entanto, uma origem: o espaço fantasmático entre corpo e psique. Esse espaço obedece a temporalidade e espacialidade singulares, dominadas por pulsões eróticas e combinações inconscientes. Pode-se sugerir que venha dessa origem o dinamismo dos objetos enigmáticos criados pelo artista. Não se trata de um dinamismo cinético ou óptico, mas uma espécie de volúpia da forma. O curador argentino Carlos Basualdo (1964) define esse movimento como “tendência ao transbordamento e à profusão mediada por um delicado sentido de equilíbrio e composição”, que ele chama também de “tensão barroca”.

Tunga entende os sistemas contínuos de esculturas que cria como elementos que se desdobram no espaço, organizando-o em uma experiência que envolve corpo e mente. São objetos que têm o poder de fazer aparecer a força poética dos gestos, como sugere Ronaldo Brito ao referir-se a obras como Trança (1984).

Notas
[1] Publicações cariocasa dedicadas à produção de arte moderna no país. A revista Malasartes publica três edições, entre os anos de 1975 e 1976. O jornal A Parte do Fogo conta com apenas uma única edição, publicada em 1980.
[2] BRITO, Ronaldo. Experiência Crítica – Textos Selecionados. Org. Sueli de Lima. São Paulo: Cosac Naify, 2005.
[3] BRETT, Guy. Tunga: tudo simultaneamente presente. In: MACIEL, Katia (Org.). Brasil experimental: arte/vida, proposições e paradoxos. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2005.

Outras informações de Tunga:

  • Outros nomes
    • Antonio José de Barros Carvalho e Mello Mourão
    • Antonio José de Barros Carvalho de Melo Mourão
  • Habilidades
    • arquiteto
    • desenhista
    • escultor
    • artista performático

Obras de Tunga: (25) obras disponíveis:

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Temas da obra: Artes visuais  
Data de criaçãoSem Título : s.d.
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Reprodução fotográfica Otavio Schipper

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Temas da obra: Artes visuais  
Data de criaçãoSem Título : s.d.
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Reprodução Fotográfica Wilton Montenegro/Arquivo Histórico Wanda Severo da Fundação Bienal de São Paulo

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Data de criaçãoSem Título : s.d.
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Reprodução fotográfica Otavio Schipper

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Temas da obra: Artes visuais  
Data de criaçãoSem Título : s.d.
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Reprodução fotográfica Otavio Schipper

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Temas da obra: Artes visuais  
Data de criaçãoSem Título : s.d.
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Reprodução fotográfica Otávio Schipper

Título da obra: Vênus

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Temas da obra: Artes visuais  
Data de criaçãoVênus : 1974
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Reprodução fotográfica autoria desconhecida

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Temas da obra: Artes visuais  
Data de criaçãoSem Título : 1977
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Reprodução fotográfica Romulo Fialdini

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Temas da obra: Artes visuais  
Data de criaçãoSem Título : 1980
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Reprodução fotográfica Fernando Zago

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Temas da obra: Artes visuais  
Data de criaçãoSem Título : déc. de 1980
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Reprodução fotográfica autoria desconhecida

Título da obra: Trança III

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Temas da obra: Artes visuais  
Data de criaçãoTrança III : 1984
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Reprodução Fotográfica Wilton Montenegro

Título da obra: Eixo Exógeno (Lucélia Santos)

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Temas da obra: Artes visuais  
Data de criaçãoEixo Exógeno (Lucélia Santos) : 1986
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Reprodução Fotográfica Wilton Montenegro/Arquivo Histórico Wanda Severo da Fundação Bienal de São Paulo

Título da obra: Tacape

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Temas da obra: Artes visuais  
Data de criaçãoTacape : 1987
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Reprodução fotográfica Wilton Montenegro

Título da obra: Les Ards

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Temas da obra: Artes visuais  
Data de criaçãoLes Ards : 1988
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Reprodução Fotográfica Wilton Montenegro/Arquivo Histórico Wanda Severo da Fundação Bienal de São Paulo

Título da obra: Lizart 5

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Temas da obra: Artes visuais  
Data de criaçãoLizart 5 : 1989
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Título da obra: Sem Título

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Temas da obra: Artes visuais  
Data de criaçãoSem Título : 1990
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Reprodução fotográfica autoria desconhecida

Todas as obras de Tunga:

Midias (2)

Tunga: 100 redes e tralhas - Encontros, 2000 - Itaú Cultural

O trabalho de Tunga traz uma visão ampla sobre o fazer artístico. Cada obra faz parte de uma totalidade, de um conjunto de pensamentos sobre uma determinada questão. “É como se um músico que constrói uma sinfonia tivesse que escrever primeiro para um instrumento e depois para outro até construir realmente uma obra, um pensamento”, diz. Por isso, suas criações podem levar anos para ficarem completas. Para ele, as artes plásticas, a partir da modernidade, deixam de ser voltadas apenas ao olhar e passam a compreender o fenômeno da percepção como algo mais amplo, que inclui outros sentidos, o tato, o olfato, a audição, demandando o desenvolvimento de novas linguagens. O processo de criação pode ter diferentes pontos de partida: um texto, uma música ou até o trabalho manual. A motivação, no entanto, é sempre a busca por novas formas de compreensão de uma mesma questão.

Produção: Documenta Vídeo Brasil
Captação, edição e legendagem: Sacisamba
Intérprete: Erika Mota (terceirizada)
Locução: Júlio de Paula (terceirizado)

Exposições (311)

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Eventos relacionados (6)

Artigo sobre 7ª sp-arte

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Temas do artigo: Artes visuais  
Data de início7ª sp-arte: 12-05-2011  |  Data de término | 15-05-2011
Resumo do artigo 7ª sp-arte:

Fundação Bienal de São Paulo

Fontes de pesquisa (17)

  • BRETT, Guy. Tunga: tudo simultaneamente presente. In: MACIEL, Katia (Org.). Brasil experimental: arte/vida, proposições e paradoxos. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2005.
  • BRITO, Ronaldo. Experiência Crítica – Textos Selecionados. Org. Sueli de Lima. São Paulo: Cosac Naify, 2005.
  • PEDROSA, Adriano (Org.). XXIV Bienal de São Paulo. Curadoria de Paulo Herkenhoff e Adriano Pedrosa. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 1998.
  • TUNGA. Caixa Tunga. São Paulo: Cosac Naify, 2007.
  • BIENAL BRASIL SÉCULO XX, 1994, São Paulo, SP. Bienal Brasil Século XX: catálogo. Curadoria Nelson Aguilar, José Roberto Teixeira Leite, Annateresa Fabris, Tadeu Chiarelli, Maria Alice Milliet, Walter Zanini, Cacilda Teixeira da Costa, Agnaldo Farias. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 1994.
  • BIENAL INTERNACIONAL DE SÃO PAULO, 22., 1994. [Catálogo geral de participantes]. São Paulo: Fundação Bienal, 1994. p.90-91.
  • DOCTORS, Márcio. Rigor de Tunga nas mediações. in: O Globo, Rio de Janeiro, 20 jul. 1991.
  • MARTÍ, Silas. Um dos maiores nomes da arte do país, Tunga morre aos 64, no Rio. Folha de São Paulo, São Paulo, 06 jun. 2016. Ilustrada. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2016/06/1766507-um-dos-maiores-nomes-da-arte-do-pais-tunga-morre-aos-64-no-rio.shtml Acesso em: 06 de jun. 2016.
  • MARTINS, Marta. Narrativas ficcionais de Tunga. Rio de Janeiro: Apicuri, 2013.
  • MORAES, Angélica de. Tunga expõe metáforas do amor. In: O Estado de S. Paulo, São Paulo, 15 mar. 1994. Caderno 2, p.D1.
  • ROLNIK, Suely. "Instaurações de Mundos". In: TUNGA. Tunga: 1977-1997. Curadoria Carlos Basualdo. Miami : Museum of Contemporary Art, 1998, p. 115-136.
  • SZTULMAN, Paul. Tunga. In: Documenta 10. Kassel: Documenta, 1997. p.226.
  • TRIDIMENSIONALIDADE: arte brasileira do século XX. 2.ed. São Paulo: Itaú Cultural: Cosac & Naify, 1999.
  • TUNGA. Barroco de Lírios. São Paulo: Cosac & Naify, 1997.
  • TUNGA. Tunga: 1977-1997. Curadoria Carlos Basualdo. Miami: Museum of Contemporary Art, 1998.
  • TUNGA. Muse: Poetic Glue. Art in America Magazine. 7 set. 2012. Disponível em < http://www.artinamericamagazine.com/news-features/magazine/poetic-glue/ >. Acesso em: 15 de agosto de 2016.
  • TUNGA. Site Oficial do Artista. Disponível em: < http://www.tungaoficial.com.br/pt/cronologia/ >. Acesso em: 10 jun. 2016.

Como citar?

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  • TUNGA . In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2017. Disponível em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa376775/tunga>. Acesso em: 25 de Set. 2017. Verbete da Enciclopédia.
    ISBN: 978-85-7979-060-7