Artigo da seção pessoas Militão Augusto de Azevedo

Militão Augusto de Azevedo

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Artes visuais  
Data de nascimento deMilitão Augusto de Azevedo: 18-06-1837 Local de nascimento: (Brasil / Rio de Janeiro / Rio de Janeiro) | Data de morte 24-05-1905 Local de morte: (Brasil / São Paulo / São Paulo)
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Rua do Rosário, em Direção à Igreja do Rosário [Rua do Rosário Atual XV de Novembro] , 1862 , Militão Augusto de Azevedo

Biografia

Militão Augusto de Azevedo (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 18371 - São Paulo, São Paulo, 1905). Fotógrafo, ator. Antes de dedicar-se à fotografia, segue carreira como ator de teatro, participando de espetáculos junto a grupos como a Companhia Joaquim Heliodoro, a partir de 1858 e à Companhia Dramática Nacional, a partir de 1860. Em 1862, viaja com este último grupo a São Paulo, cidade na qual reside e trabalha durante a maior parte de sua vida. Nessa época inicia-se na fotografia, trabalhando no estúdio Photographia Academica de Carneiro & Gaspar e realiza, até 1865, a primeira grande documentação visual da cidade de São Paulo. Dá início, assim, à carreira que o torna reconhecido como um dos principais fotógrafos brasileiros do século XIX, responsável pelo mais importante registro visual da São Paulo anterior ao surto modernizador ocorrido na etapa final do Império.

Com as fotografias resultantes dessa primeira produção, realiza álbuns visando a conquistar como clientes, os estudantes da Faculdade de Direito. Diante do sucesso limitado de venda dos álbuns, o fotógrafo dedica-se à profissão de retratista, produzindo em torno de 12.500 retratos ao longo da carreira, o que corresponde a cerca de um terço da população paulistana na época. Nesse período faz duas importantes séries de vistas, uma dedicada à Estrada de Ferro Santos-Jundiaí e um Álbum de Santos.

Em 1875, Militão torna-se o proprietário exclusivo do estúdio Carneiro & Gaspar, rebatizando-o como Photographia Americana. À frente do estabelecimento, dispõe de estrutura e equipamentos de ponta, adquiridos com estratégias comerciais de conquista de clientela e mercantilização de produtos, nem sempre atingindo o sucesso de vendas idealizado. Em 1878, de volta de visita à Europa para estudos de técnica fotográfica, passa a fazer repetidas tentativas de vender o empreendimento, o que realiza em 1886. Um ano após a venda do estúdio e diante de resultados comerciais decepcionantes, Militão anuncia o fim de sua atividade como fotógrafo, coincidente com o lançamento de sua obra capital, o Álbum Comparativo da Cidade de São Paulo: 1862-1887.

Após seu falecimento, em 1905, Militão tem sua obra veiculada sem registro de autoria e cai no esquecimento até meados do século XX. Apenas em 1946 começa ser reconhecido, quando o fotógrafo Gilberto Ferrez (1908-2000) destaca seu nome em ensaio pioneiro de balanço dos fotógrafos mais representativos atuantes no país no século XIX. Na década de 1970, passa a ocupar posição privilegiada na história da fotografia brasileira, recebendo atenção crítica decisiva da professora e escritora Ilka Brunhilde Laurito (1925-2012), que em 1972 publica o artigo O século XIX na fotografia de Militão, no jornal O Estado de S. Paulo. No ano seguinte, imagens do Álbum Comparativo integram uma das primeiras exposições dedicadas à história da fotografia brasileira, realizada no Museu de Arte de São Paulo (Masp). Além de sua produção fotográfica, Militão Augusto de Azevedo deixa o Livro Copiador de Cartas, longo manuscrito composto de cartas enviadas pelo fotógrafo entre 1883 e 1902, cujo registro de questões técnicas da fotografia e das atividades da Photographia Americana constitui um importante documento para o estudo de sua obra e da história da fotografia no Brasil.

Análise

Ao longo da realização da primeira fase do Álbum Comparativo, Militão cobre praticamente toda a extensão urbana de São Paulo, que, na época, guarda ainda traços de seu passado colonial, contando em torno de 45 ruas e 25.000 habitantes.2 Azevedo percorre ruas e edifícios públicos e religiosos. Registra desde o núcleo histórico correspondente à área do chamado Triângulo, delimitada pelas ruas Direita, São Bento e 15 de Novembro (então Rua da Imperatriz), até as vias e chácaras localizadas nos limites da cidade, bem como os caminhos de saída da cidade. Como observa o pesquisador Rubens Fernandes Junior (1949), desde essa época a fotografia de Militão isenta-se de “arroubos estéticos”, mantendo a simplicidade da composição. Em sua produção paisagística preponderam, de um lado, os planos horizontais de ruas, ladeiras e largos, junto a tomadas de entrocamentos de vias emolduradas por edifícios e, com menos frequência, de chácaras e arredores. De outro lado, seja nos álbuns dedicados à cidade de Santos e à construção da Ferrovia Santos-Jundiaí, seja nos registro de São Paulo, são frequentes vistas gerais e conjuntos de tomadas subsequentes que compõem panoramas com algumas movimentações de 360 graus.  

Para Fernandes Junior, a recorrência da repetição de tomadas é digna de nota.  Ela manifesta ora o esforço para a documentação detalhada de certos logradouros, muitas vezes captados em plano e contraplano, ora o cuidado em apreender a circulação humana. Já o pesquisador e fotógrafo Pedro Corrêa do Lago (1958) ressalta, quanto a este último aspecto, o contraste entre a presença da população nas fotografias de Azevedo e sua costumeira supressão por outros fotógrafos documentais da época, como Augusto Stahl (1828-1877), em Recife, ou Revert Henrique Klumb (1826-1886), no Rio de Janeiro. Eles evitam captar objetos em movimento para não criar fantasmas visuais na imagem. Azevedo, alheio a essa precaução, obtém maior espontaneidade no resultado final, ressaltando a simplicidade das tomadas.

O enfrentamento habilidoso das limitações técnicas encontradas garante aos registros de Azevedo um nível precioso de legibilidade  documental. O início da atuação de Azevedo corresponde à primeira fase, no Brasil, da produção fotográfica com negativo em vidro de colódio úmido e impressão do positivo em papel albuminado. A técnica exige que o trabalho de preparação e revelação do negativo seja feito em laboratório móvel, no local das tomadas. Além disso, o revestimento manual da lâmina de vidro com o colódio implica falhas de recobrimento, sobretudo nas extremidades, entrave que Militão transforma em solução estética, cortando os cantos das fotografias até no período do Álbum Comparativo, quando o procedimento não é mais necessário. Os negativos em vidro de colódio úmido são substituídos por chapas secas com emulsão de gelatina sensibilizadas com bromureto de prata.

A produção de retratos do fotógrafos se beneficia do contexto histórico dos anos 1870. A “febre fotográfica”, tal como o caricaturista Angelo Agostini (1843-1910) nomeia a atração popular pela possibilidade de registro visual da própria imagem, amplia ainda mais o escopo documental da obra. À frente da Photographia Americana, Militão compõe um vasto painel dos tipos sociais da época, com um registro rigoroso de informações sobre os retratados  junto às fotografias nos livros de controle do estúdio. Nestes encontram-se imagens dos mais variados estratos da sociedade, desde escravos, estudantes e funcionários públicos, até políticos, intelectuais e figuras públicas, como Joaquim Nabuco (1849-1910) e o imperador Pedro II (1825-1891).

No entanto, é no Álbum Comparativo da Cidade de São Paulo: 1862-1887 que o fotógrafo mostra sua aguda percepção histórica. Tendo preservado os negativos dos primeiros anos da década de 1860, Azevedo concebe uma nova obra compondo as fotografias tiradas em 1862 com as novas tomadas das mesmas locações. Nasce, assim, um conjunto de sessenta fotografias: vinte e duas clicadas em 1862, trinta e sete, entre 1886 e 1887 e uma, em 1868, formando dezoito pares comparativos. Nestes, as cidades de São Paulo “antiga” e “moderna” justapõem-se, materializando a  ideia de progresso, colocada de modo autoral por Azevedo, como ressalta a antropóloga Íris Morais de Araújo (1980).

É o que se verifica, por exemplo, no par formado pela antiga Rua do Rosario com a mesma via renomeada Rua da Imperatriz. Na imagem mais recente, a via é preenchida de casas de comércio e vê-se passar os trilhos do bonde. Outro contraste também se dá nas tomadas da Capela da Ordem Terceira e do Convento de São Francisco e, 25 anos depois, da Academia de Direito restaurada em 1884, já com a via pavimentada. Nesses pares, como no restante do livro, toma forma visual o arco histórico percorrido. A contundência se verifica nas palavras do fótografo Boris Kossoy (1941) entre “a pacata e provinciana cidade de São Paulo” e “a ‘metrópole do café’, já com traços indeléveis de progresso estampados na sua fisionomia e nos costumes”.

Outras informações de Militão Augusto de Azevedo:

  • Outros nomes
    • Militão de Azevedo
    • Militão
  • Habilidades
    • fotógrafo
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Obras de Militão Augusto de Azevedo: (61) obras disponíveis:

Todas as obras de Militão Augusto de Azevedo:

Exposições (48)

Artigo sobre São Paulo antigo, uma encomenda da Modernidade: as fotografias de Militão nas telas do Museu Paulista (1993 : São Paulo, SP)

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Temas do artigo: Artes visuais  
Data de inícioSão Paulo antigo, uma encomenda da Modernidade: as fotografias de Militão nas telas do Museu Paulista (1993 : São Paulo, SP): 1993
Resumo do artigo São Paulo antigo, uma encomenda da Modernidade: as fotografias de Militão nas telas do Museu Paulista (1993 : São Paulo, SP):

Museu Paulista (MP)

Artigo sobre A Fotografia no Brasil do Século XIX : 150 anos do fotógrafo Marc Ferrez 1843/1993 (1993 : São Paulo, SP)

Artigo da seção eventos
Temas do artigo: Artes visuais  
Data de inícioA Fotografia no Brasil do Século XIX : 150 anos do fotógrafo Marc Ferrez 1843/1993 (1993 : São Paulo, SP): 11-12-1993  |  Data de término | 11-02-1994
Resumo do artigo A Fotografia no Brasil do Século XIX : 150 anos do fotógrafo Marc Ferrez 1843/1993 (1993 : São Paulo, SP):

Pinacoteca do Estado de São Paulo (Pina_)

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Eventos relacionados (1)

Fontes de pesquisa (34)

  • FERREZ, Gilberto; NAEF, Weston J. Pioneer photographers of Brazil : 1840 - 1920. New York: The Center for Inter-American Relations, 1976. 143 p. 770.981 F387pi
  • SZMRECSÁNYI, Tamás (org.). História econômica da cidade de São Paulo. São Paulo: Globo, 2004.

     

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  • A FOTOGRAFIA no Brasil do século XIX: 150 anos do fotógrafo Marc Ferrez 1843/1993. São Paulo: Pinacoteca do Estado, 1993. CAT-G SPpe 1993
  • ARAÚJO, Íris Morais. Militão Augusto de Azevedo: fotografia, história e antropologia. São Paulo: Alameda, 2010.
  • AZEVEDO, Militão Augusto de. Livro copiador de cartas. São Paulo, Museu Paulista USP, 1883-1902.
  • AZEVEDO, Militão Augusto de. Álbum comparativo da cidade de São Paulo 1862-1887. Apresentação Ernani Silva Bruno; texto Benedito Lima de Toledo, Boris Kossoy, Carlos Alberto Cerqueira Lemos. São Paulo: Secretaria Municipal de Cultura, 1981. [123] p. , il. p&b.
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  • CAMPOS, Eudes. Desenvolvimento urbano e arquitetura sob o império. In: PORTA, Paula (Org.). História da cidade de São Paulo. v. 2. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
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  • GRANGEIRO, Candido Domingues. As artes de um negócio: a febre photográfica - São Paulo 1862-1886. 1993. 266 p. , il. p&b. Dissertação (Mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Campinas.
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  • KOSSOY, Boris. Origens e expansão da fotografia no Brasil : século XIX. Prefácio Boris Kossoy. Rio de Janeiro: Funarte, 1980. 128 p. 770.981 K86o
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  • KOSSOY, Boris. Militão Augusto de Azevedo e a documentação fotográfica de São Paulo (1862-1887): recuperação da cena paulistana através da fotografia. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais). Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), São Paulo, 2002.
  • KOSSOY, Boris; CARNEIRO, Maria Luiza Tucci. O olhar europeu: o negro na iconografia brasileira do século XIX. São Paulo: Edusp, 1994. 240 p. 704.9420981 K86o
  • LAGO, Pedro Corrêa do. Militão Augusto de Azevedo: São Paulo nos anos 1860. Apresentação Rubens Fernandes Junior, Demosthenes Madureira de Pinho Filho; coordenação de coleção Pedro Corrêa do Lago; tradução Beatriz Caldas, Renata Carneiro da Cunha. Rio de Janeiro: Capivara, 2001. 264 p., il. p&b.
  • LAURITO, Ilka Brunhilde. O século XIX na fotografia de Militão. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 31 dez. 1972. Suplemento Literário. p. 4.
  • LAURITO, Ilka Brunhilde. Retrato de um photographo. In: SÃO PAULO em três tempos: álbum comparativo da cidade de SÃO PAULO (1862-1887-1914). São Paulo: Imesp, 1982. 25 cadernos il. p.b. PRANCHA 770.981 A773a
  • LEITE, Marcelo Eduardo. Militão Augusto de Azevedo: um olhar sobre a heterogeneidade humana e social de São Paulo (1865-1885). Dissertação (Mestrado em Sociologia).  Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), Araraquara, 2002.
  • LEMOS, Carlos Alberto Cerqueira; AMARAL, Aracy; BERNARDET, Jean- Claude. Retratos quase inocentes . São Paulo: Nobel, 1983. 198 p., il. p&b. ISBN 85-213-0116-2. 770.981 M929r
  • LEMOS, Carlos. A arquitetura que Militão de Azevedo fotografou em São Paulo. In: TOLEDO, Benedito Lima; KOSSOY, Boris; LEMOS, Carlos Alberto Cerqueira. Álbum comparativo da cidade de São Paulo (1862-1887). São Paulo: Prefeitura do Município de São Paulo, 1981.
  • SÃO PAULO: 450 anos. SÃO Paulo: Instituto Moreira Salles, 2004. 496 p., il. p&b. color. (Cadernos de fotografia brasileira, 2). ISBN ISSN: 16778502. 770.981 C122 n.2
  • SÃO Paulo: 450 anos. Texto Nicolau Sevcenko, Carlos Alberto Cerqueira Lemos, Benedito Lima de Toledo, Ricardo Mendes. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2004. 496 p., il. p&b. color. (Cadernos de fotografia brasileira, 2).
  • SEGAWA, Hugo. Prelúdio da metrópole: arquitetura e urbanismo em São Paulo na passagem do século XIX ao XX. São Paulo: Ateliê Editorial, 2004.
  • TURAZZI, Maria Inez. Poses e trejeitos: a fotografia e as exposições na era do espetáculo: 1839/1889. Rio de Janeiro: Funarte. Rocco, 1995. 309 p. (Coleção Luz & Reflexão, 4). 770.9 T929p
  • VASQUEZ, Pedro Karp. Mestres da fotografia no Brasil: Coleção Gilberto Ferrez. Tradução Bill Gallagher. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 1995. 272 p. 770.981 F387v
  • VASQUEZ, Pedro Karp. Dom Pedro II e a fotografia no Brasil. Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho: Companhia Internacional de Seguros: Ed. Index, 1985. 243 p. 770.981 V335d

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  • MILITÃO Augusto de Azevedo. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2017. Disponível em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa2001/militao-augusto-de-azevedo>. Acesso em: 23 de Set. 2017. Verbete da Enciclopédia.
    ISBN: 978-85-7979-060-7