Artigo da seção pessoas Judith Lauand

Judith Lauand

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Artes visuais  
Data de nascimento deJudith Lauand: 26-05-1922 Local de nascimento: (Brasil / São Paulo / Pontal)
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Sem Título , 1955 , Judith Lauand
Reprodução fotográfica Jaime Acioli

Biografia

Judith Lauand (Pontal, São Paulo, 1922). Pintora e gravadora. Em 1950, forma-se na Escola de Belas-Artes de Araraquara, São Paulo, onde aprende pintura com Mario Ybarra de Almeida (1893-1952) e Domenico Lazzarini (1920-1987). Dois anos depois, muda-se para São Paulo e estuda gravura com Lívio Abramo (1903-1992). Trabalha como monitora na 2ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1954, e entra em contato com a pintura concreta de Alexandre Wollner (1928) e Geraldo de Barros (1923-1998). Nesse ano, realiza sua primeira individual, na Galeria Ambiente, em São Paulo. Em 1955 é convidada por Waldemar Cordeiro (1925-1973) a unir-se ao Grupo Ruptura, sendo até o fim do grupo a única mulher integrante. Participa da Exposição Nacional de Arte Concreta, realizada, em 1956, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP) e, em 1957, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ). Integra a mostra Konkrete Kunst, em Zurique, em 1960. Em 1963, expõe na inauguração da Galeria NT - Novas Tendências, em São Paulo, da qual é fundadora, com Hermelindo Fiaminghi (1920-2004) e Luiz Sacilotto (1924-2003). Recebe o Prêmio Leirner de Arte Contemporânea em 1958. Em 1996, o Escritório de Arte Sylvio Nery da Fonseca, em São Paulo, dedica-lhe uma exposição retrospectiva, focalizando em particular sua obra dos anos 1950.

Outras informações de Judith Lauand:

Obras de Judith Lauand: (33) obras disponíveis:

Título da obra:

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Temas da obra: Artes visuais  
Data de criação : 1967
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Reprodução fotográfica Sergio Guerini

Todas as obras de Judith Lauand:

Midias (1)

Judith Lauand - Enciclopédia Itaú Cultural
A pintora e gravadora Judith Lauand afirma que seu início nas artes ocorreu de maneira natural. Após formar-se como professora, ela estuda na Escola de Belas Artes de Araraquara, cidade onde morava. O desejo de pintar, no entanto, lhe é intrínseco: “Quando eu era criança, queria pintar com força. Chegava a furar o papel de tanto que eu mexia a mão. Acho que é uma coisa atávica. Não sei de onde veio essa vontade que tenho de pintar”, diz ela. Durante o processo de formação, a artista se dá conta de que não é figurativa, mas, sim, abstrata. “Não percebi quando estava mudando. Foi a minha natureza que me levou a mudar”, afirma ela. Após chegar a São Paulo com a família, ela passa a conviver com Geraldo de Barros e Alexandre Wollner e adere ao concretismo. Em seguida, recebe o convite de Waldemar Cordeiro para juntar-se ao movimento que resulta no Grupo Ruptura. “Gosto do concreto porque é exato, matemático e racional”.

Produção: Documenta Vídeo Brasil
Captação, edição e legendagem: Sacisamba
Intérprete: Erika Mota (terceirizada)
Locução: Júlio de Paula (terceirizado)

Exposições (112)

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Fontes de pesquisa (11)

  • AMARAL, Aracy (org.). Projeto Construtivo Brasileiro na arte (1950-1962). Rio de Janeiro: Museu de Arte Moderna; São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, 1977.
  • ARTE construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner. Tradução Izabel Murat Burbridge, Terêncio E. Hill. Rio de Janeiro: MAM, 1999. 85 p.
  • ARTE e artistas plásticos no Brasil 2000. São Paulo: Meta, 2000.
  • CANONGIA, Ligia (Coord.). Abstração geométrica 1: concretismo e neoconcretismo. Curadoria Ligia Canongia. Rio de Janeiro: Funarte, 1987.
  • COCCHIARALE, Fernando; GEIGER, Anna Bella. Abstracionismo geométrico e informal: a vanguarda brasileira nos anos cinquenta. Texto Waldemar Cordeiro. Rio de Janeiro: Funarte, 1987. 308 p., il. p&b., color. (Temas e debates, 5).
  • LAUAND, Judith. Efemérides. Texto Gabriela Suzana Wilder. São Paulo: MAC, 1992. folha dobrada, s. il.
  • LAUAND, Judith. Judith Lauand: obras de 1954-1960. São Paulo: Sylvio Nery da Fonseca Escritório de Arte, 1996.
  • LAUAND, Judith. Judith Lauand: pinturas. São Paulo: Choice Galeria de Arte, 1986.
  • LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Artlivre, 1988.
  • TENDÊNCIAS construtivas no acervo do MAC/USP: construção, medida e proporção. Organização Lisbeth Rebollo Gonçalves. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 1996.
  • ZANINI, Walter (Coord.). História geral da arte no Brasil. São Paulo: Instituto Moreira Salles: Fundação Djalma Guimarães, 1983. v.2.

Como citar?

Para citar a Enciclopédia Itaú Cultural como fonte de sua pesquisa utilize o modelo abaixo:

  • JUDITH Lauand. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2018. Disponível em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa10308/judith-lauand>. Acesso em: 22 de Nov. 2018. Verbete da Enciclopédia.
    ISBN: 978-85-7979-060-7