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Dora Longo Bahia

Other Names: Dora Longo Bahia | Dora Bahia
  • Analysis
  • Biography
    Dora Longo Bahia (São Paulo SP 1961). Multimedia artist. As of 1984, she has worked with set design, illustration and performance art. In 1987, she earned a bachelor's degree in artistic education from the Fundação Armando Álvares Penteado - Faap [Armando Álvares Penteado Foundation], where she studied under Nelson Leirner. In this period, she produced metal engravings featuring images that recalled comic strip heroes. Since the 1990s, her paintings have focused on her predicament as an urbanite dealing with subjects like violence, sex and death. Between 1992 and 1995, she played bass in the Disk-Putas band, which also participated in her performance shows. She exhibited in Brazil, as well as in the Netherlands, Argentine and Mexico. In 1997, she participated in the 6th Havana Biennial, held at the Wilfredo Lam Contemporary Art Center. Since 1993, she has worked as an illustrator for the newspaper, Folha de S. Paulo. She has been teaching painting at the Faap since 1994. From 2000 to 2003, she developed her master's thesis on visual poetics at the Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo - ECA/USP [School of Communication and Arts of the University of São Paulo]. She plays in the Verafischer and Maradonna rock bands.

    Critical Commentary
    Dora Longo Bahia studied at the Fundação Armando Álvares Penteado - Faap [Armando Álvares Penteado Foundation], under Nelson Leirner, from whom she inherited a critical view of the art establishment.

    Following the phase in which her paintings directly dealt with the subject of violence in large urban centers, showing ordinary people's connection to the crimes reported in the newspapers, Bahia began to produce works using first photographs from family albums, then landscapes. In the series, Imagens Infectadas [Infected images], from 1999, a set of works combining the techniques of silkscreening and etching, she shows the effect of time on memories by presenting ordinary images attacked by fungi and in process of deterioration.

    In the work Who's Afraid of Red? (Honey Moon), from 2000, Bahia drew on her personal memories, painting a portrait of her parents' honeymoon based on an old photograph. The image takes on a whitish cast evoking the remembrance of past things. She adds marks, cuts and scratches to the painting, as well as aggressive interventions in red. The title was taken from the canvas, Who's Afraid of Red, Yellow and Blue III, by the American painter Barnett Newman, which was slashed open by a visitor while displayed at a museum.

    The artist utilizes diverse techniques - painting, photography, video -, though she is a self-proclaimed producer of images. Many of her paintings are made on the basis of photographs projected onto a two-dimensional surface. The use of the figure is an important aspect of her work, drawing attention to the material quality of the images and their exposure to the passage of time.

Exhibitions

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Events

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Research Source

A SINHAZINHA, o mulato, o negão e o carrasco. Apresentação Maria Cecília França Lourenço. São Paulo: Pinacoteca do Estado, 1985.

MUSEU DE ARTE MODERNA (SÃO PAULO, SP); SOARES, Marcelo Lacerda (Coord.). Arte brasileira contemporânea. São Paulo: Bayer, 1996.

BAHIA, Dora Longo. Escalpo Carioca & Outras Canções. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 2006.

CANONGIA, Ligia (Coord.). Arte Foto. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 2002

PROGRAMA Gulbenkian Criatividade e Criação Artística. Disponível em: . Acesso em: 08 ago. 2006.

Currículo enviado pela artista.

BAHIA, Dora Longo. Pinturas.Buenos Aires: Centro Cultural Recoleta, 1996.

BAHIA, Dora Longo. Who's afraid of red? São Paulo: Galeria Luisa Strina, 2002.

HORIZONTE reflexivo. Rio de Janeiro: Centro Cultural Light, 1998.

O RETRATO como imagem do mundo. São Paulo: MAM, 2005

OLIVANI, Augusto. Dora Longo Bahia trabalha contrastes em mostra individual no CCBB-RJ. UOL. São Paulo, 10 fev. 2006. Diversão e arte. Disponível em: . Acesso em: 08 ago. 2006.

PELE, alma. São Paulo: Centro Cultural Banco do Brasil, 2003.

TERRITÓRIOS: nove artistas empenhados em fundar suas próprias paisagens. São Paulo: Instituto Tomie Ohtake, 2002.

Dora Longo Bahia. São Paulo: Galeria Luisa Strina, 1994

A SINHAZINHA, o mulato, o negão e o carrasco. São Paulo: Pinacoteca do Estado, 1985. 7 lâms., il. p.b.

ARTE brasileira contemporânea: doações recentes/96. São Paulo: MAM, 1996. 45 p., il. p&b color.

BAHIA, Dora Longo. Escalpo Carioca & Outras Canções. Curadoria Agnaldo Farias; versão em inglês Paulo Andrade Lemos. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 2006. 192 p., il. p&b color.

BAHIA, Dora Longo. Who's afraid of red? Entrevista Ana Paula Cohen; versão em inglês Francisca de Azevedo Aguiar. São Paulo: Galeria Luisa Strina, 2002. 56 p., il. color.

CANONGIA, Ligia (coord.). Arte Foto. Curadoria e texto Ligia Canongia; texto Fernando Cocchiarale, Paulo Herkenhoff, Annateresa Fabris, Glória Ferreira, Tadeu Chiarelli, Arlindo Machado, Cezar Bartholomeu; tradução Paulo Andrade Lemos. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 2002. 320 p., il. p&b color.

PROGRAMA Gulbenkian Criatividade e Criação Artística. Disponível em: [http://www.programacriatividade.gulbenkian.pt/cursos2006_visuais_equipa.asp?area=cursos2006]. Acesso em: 08 ago. 2006.

DORA Longo Bahia. Currículo da artista.

HORIZONTE reflexivo. Curadoria Eduardo Brandão, Lisette Lagnado; versão em inglês Stephen Berg. Rio de Janeiro: Centro Cultural Light, 1998. 36p. il. color.

O RETRATO como imagem do mundo. Curadoria e texto Cauê Alves; versão em inglês Graham Howells. São Paulo: MAM, 2005. [14] p., il. color.

OLIVANI, Augusto. Dora Longo Bahia trabalha contrastes em mostra individual no CCBB-RJ. UOL. São Paulo, 10 fev. 2006. Diversão e arte. Disponível em: [http://diversao.uol.com.br/arte/ultnot/2006/02/10/ult988u515.jhtm]. Acesso em: 08 ago. 2006.

PELE, alma. Curadoria e texto Katia Canton; tradução Beth Jensen. São Paulo: Centro Cultural Banco do Brasil, 2003. 58 p., il. p&b color.

TERRITÓRIOS: nove artistas empenhados em fundar suas próprias paisagens. Curadoria Agnaldo Farias. São Paulo: Instituto Tomie Ohtake, 2002. 96 p., il. color. (A recente trajetória da arte brasileira, 4). 3 folders.